Após iniciar como estagiário na BHS em 2002, André Xavier assumiu a presidência em 2017. Hoje comanda o grupo mineiro e mira crescimento contínuo, com faturamento superior a 100 milhões em 2025 e projeção entre 120 milhões e 125 milhões para 2026.
A BHS ampliou o quadro de funcionários de 192 para 265. A base de clientes já passa de 2 mil, e a empresa foca em transformação digital para clientes de diversos setores. O portfólio inclui cloud, outsourcing, cibersegurança, dados, automação de processos, compliance e IA.
A estratégia transita por aquisições e parcerias. Em 2016-2017, Xavier consolidou a gestão e abriu operações em São Paulo. Entre 2017 e 2025, a companhia comprou a Sotis, integrou a Axter e realizou a operação com a Nowcy em 2025, fortalecendo soluções Microsoft e transformação digital.
Crescimento e mudanças estratégicas
Além da expansão orgânica, a BHS reforça o uso de inteligência artificial como motor de crescimento. A projeção para 2026 reserva entre 20 milhões e 30 milhões da receita a projetos de IA, incluindo produtos proprietários e integrações com soluções existentes.
Xavier afirma que a confiança e autonomia aos colaboradores são pilares. A empresa pretende manter foco em cloud, outsourcing, dados e segurança, mantendo a vantagem competitiva por meio de inovação orientada a necessidades reais dos clientes.
Futuro com inteligência artificial
A visão é transformar IA em uma linha de negócios relevante, com produtos próprios e serviços integrados. O que está em jogo é a capacidade de adaptar processos, reduzir custos e aumentar a eficiência operacional de clientes.
A BHS, com mais de 30 anos de atuação, busca consolidar-se como fornecedora de soluções completas de transformação digital, mantendo neutralidade técnica e foco em resultados verificáveis.
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