O colunista Pedro Fernando Nery, do Estadão, apresenta em seguida um ranking sobre a produtividade entre os países que disputaram a Copa do Mundo. O estudo analisa o PIB por hora trabalhada, conectando desempenho econômico a participação no torneio.
Entre os países listados — Brasil, Paraguai, Marrocos, Haiti, Japão, Noruega, Canadá, Alemanha, França, Suíça, Suécia, Bélgica, Holanda e Estados Unidos — a Noruega lidera o ranking. Segundo Nery, o trabalhador norueguês registra uma das mais altas produtividades do mundo.
Nery compara o significado do dado: a produtividade é o PIB por hora trabalhada, não o esforço individual. O país depende de petróleo, com mais de 50% da pauta voltada a exportações. A observação reforça que renda disponível facilita acesso a capital humano, máquinas e educação.
Detalhes da comparação
A hora de trabalho na Noruega é estimada em torno de R$ 300, valor seis vezes superior ao observado no Brasil (aproximadamente R$ 50). Em relação ao Haiti, a diferença chega a 30 vezes, situando o Haiti em cerca de R$ 10 por hora. Cabem ressalvas sobre o efeito de recursos naturais na produtividade.
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