Em Alta Eleições 2026 PolíticaNotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasConflitoseconomiaFutebol

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Aos 28, milionário do YouTube abre banco e investe em influenciadores de IA com R$19 mi

FlyMedia capta US$ 3,7 milhões para criar influenciadores de IA, mirando plataforma global e modelos de monetização contínua

Victor Trindade, CEO da FlyMedia: “A próxima geração de mídia será formada por personagens que já nascem digitais, multiplataforma e globais” (Fly Media/Divulgação)
0:00
Carregando...
0:00

Victor Trindade, conhecido como Eagle, lançou a FlyMedia no fim de 2025. A startup brasileira cria influenciadores digitais feitos com inteligência artificial, sem rosto humano, para formar uma nova geração de personas on-line. O aporte foi de US$ 3,7 milhões (R$ 19 milhões).

A rodada foi liderada pela OneVC e contou com participação de Alter Global, A16z Scout Fund, Norte, Hypersphere, Verve, FJ Labs, além de Fersen Lambranho, da GP Investments. O objetivo é financiar a expansão e a plataforma interna Fly Studio.

A FlyMedia acumula 1,2 bilhão de visualizações e 3,7 milhões de seguidores em nove meses, com sete influenciadores em operação. Zuka, Malu Sinistra, Gorila Cast, Plexus, Foka Fofoca e Bob e Dave integram o portfólio inicial.

Uma fábrica de personagens

A empresa não atua apenas como produtora de vídeos. Desenvolve uma plataforma interna para roteiro, storyboard e produção, de modo a criar o DNA único de cada personagem e facilitar a distribuição multiplataforma.

Cada IP recebe um universo, humor e público-alvo próprios. A ideia é manter a narrativa integrada e reduzir custos com IA, sem perder o núcleo criativo: personalidade e narrativa.

Como ganhar dinheiro com influenciadores de IA

O modelo de receita envolve monetização pelas plataformas, publicidade, licenciamento e produtos próprios. A FlyMedia já viu resultados com Malu Sinistra, que gerou cliques e receitas via afiliados.

A empresa rejeita vender personagens sob encomenda a marcas, buscando escalar com ativos próprios que possam sustentar comunidades ao longo do tempo, segundo Trindade.

Próximos passos

A estratégia é expandir fora do Brasil, com personagens multilíngues para competir globalmente. Vídeos, publicidade, licenciamento e streaming compõem a linha de receita esperada.

O desafio é transformar crescimento rápido em negócio recorrente, mantendo a conexão emocional com o público e a viabilidade financeira a longo prazo.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais