O preço do petróleo no cenário internacional caiu e ficou próximo de níveis vistos antes do início da crise no Irã. Mesmo assim, especialistas entendem que esse alívio não cria espaço suficiente para reduzir a taxa básica de juros.
Segundo o mercado financeiro, não há expectativa de que a Selic caia muito abaixo de 14% neste ano. A avaliação depende de fatores fiscais e de ancoragem das expectativas, que permanecem desafiadores.
Analistas de grandes instituições financeiras destacam que a piora fiscal elevou a percepção de risco e complicou a margem de manobra para cortes adicionais. A inflação e o câmbio também influenciam o posicionamento do Copom.
Além disso, o cenário internacional e as condições de liquidez interna seguem determinantes para a trajetória da política monetária. Mesmo com variações no barril, o consenso é de manter a taxa elevada para conter pressões inflacionárias.
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