O iFood, principal aplicativo de entregas no Brasil, está avaliando a possibilidade de um reajuste salarial para seus entregadores em resposta ao “breque dos apps”, uma paralisação que começou em 31 de março e continua. A empresa afirmou que está atenta ao cenário econômico e busca implementar melhorias que garantam mais dignidade e transparência para os trabalhadores. No entanto, até o momento, não foram apresentadas propostas concretas durante as negociações, o que gerou descontentamento entre os entregadores.
A paralisação teve um impacto significativo nas entregas, com uma queda de até oitenta por cento no movimento de delivery. Restaurantes que dependem exclusivamente do iFood relataram que não receberam pedidos, enquanto aqueles que utilizam outras plataformas ou possuem frota própria de entregadores conseguiram manter ou até aumentar suas vendas. Por exemplo, um restaurante que normalmente recebe cerca de oitenta a noventa pedidos por dia não registrou nenhum pedido no primeiro dia de greve.
Os entregadores estão reivindicando um aumento do pagamento mínimo por entrega, que atualmente é de R$ 6,50, além de melhorias nas condições de trabalho, como a limitação das rotas de bicicleta a três quilômetros e o pagamento integral por pedidos agrupados. A mobilização, que conta com o apoio de sindicatos e entidades de trabalhadores, inclui manifestações em várias cidades, com destaque para uma passeata em São Paulo, onde entregadores se reuniram em frente à sede do iFood.
O iFood declarou que está monitorando as manifestações e reafirmou seu respeito às mobilizações pacíficas. A empresa também destacou que sessenta por cento dos pedidos realizados pelo aplicativo são entregues pelos próprios restaurantes. Enquanto isso, o Movimento Inovação Digital, que representa mais de cento e oitenta empresas, reconheceu o direito dos entregadores de se manifestar e se comprometeu a participar das discussões sobre as condições de trabalho no setor.
O iFood, líder em entregas por aplicativo no Brasil, está avaliando a possibilidade de um reajuste para seus entregadores em resposta ao “breque dos apps”, uma paralisação que começou em 31 de março e continua em 1º de abril. A empresa declarou que está atenta ao cenário econômico e analisa a viabilidade de um aumento ainda neste ano, buscando também melhorar as condições de trabalho e a transparência para os profissionais. No entanto, durante as negociações, não foram apresentadas propostas concretas, o que gerou descontentamento entre os trabalhadores.
A paralisação teve um impacto significativo nas entregas, com uma queda de até 80% no movimento de delivery em restaurantes que dependem exclusivamente do iFood, segundo a Associação Brasileira de Bares e Restaurantes de São Paulo (Abrasel SP). Estabelecimentos que utilizam outras plataformas de entrega também sentiram o efeito, embora em menor escala. Por outro lado, restaurantes com frota própria de entregadores registraram um aumento na demanda, com crescimento de até 50% nas entregas.
Os entregadores reivindicam um aumento do pagamento mínimo por entrega, atualmente em R$ 6,50, e do adicional por quilômetro rodado, além de limitação das rotas de bicicleta a três quilômetros e pagamento integral por pedidos agrupados. Durante a mobilização, houve manifestações em várias cidades, incluindo uma grande passeata em São Paulo, onde entregadores se reuniram em frente à sede do iFood em Osasco para negociar com a direção da empresa.
O iFood afirmou que está monitorando as manifestações e trabalhando para manter a operação. A empresa ressaltou que atualmente, 60% dos pedidos são entregues pelos próprios restaurantes. O Movimento Inovação Digital, que inclui mais de 180 empresas, também expressou apoio ao direito dos entregadores de se manifestar pacificamente e participa das discussões sobre as condições de trabalho no setor.
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