O Santander Brasil atualizou suas projeções econômicas, aumentando a estimativa do Produto Interno Bruto (PIB) para 2025 de 1,8% para 2%. Essa mudança se deve ao desempenho positivo do setor agropecuário no primeiro trimestre e ao impacto favorável da nova medida de crédito consignado no consumo das famílias. Para 2026, a previsão de crescimento permanece em 1,5%.
O banco também ajustou a projeção da taxa Selic, que agora é de 14,75% ao final de 2025, um aumento em relação à previsão anterior de 14,5%. A taxa de juros terminal foi reduzida de 15,50% para 15,25%. Em relação ao Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), a projeção para 2025 caiu de 6% para 5,8%, devido à valorização do câmbio. Para 2026, a expectativa de inflação aumentou de 4,6% para 5%.
A previsão da taxa de câmbio foi ajustada, passando de R$ 6 para R$ 5,90 em 2025 e de R$ 6,15 para R$ 6 em 2026. O déficit primário também foi revisado, com a expectativa de resultado negativo de 0,7% do PIB em 2025, enquanto para 2026 a previsão permanece em 1% do PIB.
Apesar da volatilidade nos mercados globais causada por tarifas anunciadas pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, o Santander confirmou suas metas financeiras para o ano. A presidente do conselho, Ana Botin, destacou a importância da diversificação do banco e previu um retorno sobre o patrimônio líquido tangível de 15,7% no primeiro trimestre, em direção à meta de 16,5% para o ano.
O Santander Brasil atualizou suas projeções macroeconômicas, elevando a estimativa do Produto Interno Bruto (PIB) para 2025 de 1,8% para 2%. Essa revisão é atribuída ao desempenho superior do setor agropecuário no primeiro trimestre e ao impacto positivo da nova medida de crédito consignado no consumo das famílias. Para 2026, a previsão de crescimento permanece em 1,5%.
Além disso, o banco ajustou sua projeção para a Selic, que passou de 14,5% para 14,75% ao final de 2025, enquanto a taxa de juros terminal foi reduzida de 15,50% para 15,25%. A expectativa para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) também foi revisada, com a projeção de 6% para 5,8% em 2025, devido à valorização do câmbio. Para 2026, a previsão de inflação aumentou de 4,6% para 5%.
A taxa de câmbio foi ajustada, com a previsão para 2025 passando de R$ 6 para R$ 5,90 e para 2026 de R$ 6,15 para R$ 6. O Santander também revisou a projeção do déficit primário, que deve ser de 0,7% do PIB em 2025, com receitas em tendência positiva, apesar de gastos elevados. Para 2026, a expectativa de déficit permanece em 1% do PIB.
O banco confirmou suas metas financeiras para o ano, mesmo após a volatilidade nos mercados globais provocada pelas tarifas anunciadas pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. A presidente do conselho, Ana Botin, destacou que a diversificação do banco é crucial em tempos desafiadores, prevendo um retorno sobre o patrimônio líquido tangível de 15,7% no primeiro trimestre, em direção à meta de 16,5% para o ano.
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