Nos últimos anos, empresas que atuam em fusões e aquisições (M&A), incluindo gestores de recursos e bancos de investimento, têm integrado aspectos ambientais, sociais e de governança (ESG) em suas análises de risco. O estudo “Global ESG due diligence + study 2024”, realizado pela consultoria KPMG, entrevistou mais de 600 executivos de 35 regiões e […]
Nos últimos anos, empresas que atuam em fusões e aquisições (M&A), incluindo gestores de recursos e bancos de investimento, têm integrado aspectos ambientais, sociais e de governança (ESG) em suas análises de risco. O estudo “Global ESG due diligence + study 2024”, realizado pela consultoria KPMG, entrevistou mais de 600 executivos de 35 regiões e revelou que quatro em cada cinco respondentes consideram a diligência ESG em suas negociações.
A pesquisa destacou a crescente importância da avaliação ESG, refletindo uma mudança de paradigma no setor financeiro. Entre os participantes, a maioria era composta por gestores de recursos, indicando uma tendência significativa entre os investidores em priorizar práticas sustentáveis e responsáveis.
Além disso, o estudo sugere que a diligência ESG não é apenas uma questão de conformidade, mas uma estratégia essencial para mitigar riscos e identificar oportunidades de investimento. A inclusão desses critérios nas avaliações pode influenciar decisões e resultados financeiros a longo prazo.
Com o aumento da conscientização sobre questões ambientais e sociais, as empresas estão se adaptando a um cenário onde a responsabilidade corporativa se torna um fator determinante nas transações de M&A. Essa mudança pode impactar a forma como as negociações são conduzidas e como os investidores percebem o valor das empresas.
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