O iFood, principal aplicativo de entrega no Brasil, está considerando um aumento nos pagamentos para os entregadores em resposta ao “breque dos apps”, uma paralisação que começou em 31 de outubro. A empresa afirmou que está atenta ao cenário econômico e analisando a viabilidade de um reajuste ainda neste ano, buscando também melhorar as condições de trabalho e a transparência para os profissionais. A greve, organizada por sindicatos de entregadores, resultou em uma queda de 70% a 80% nas entregas, enquanto restaurantes com frota própria registraram aumento nas vendas.
Durante o primeiro dia da paralisação, houve manifestações em várias cidades, com destaque para uma passeata em São Paulo, onde entregadores se reuniram em frente à sede do iFood. Um grupo de nove entregadores foi recebido pela direção da empresa para discutir as reivindicações, que incluem um aumento no pagamento mínimo por entrega, limitação das rotas de bicicleta e pagamento integral por pedidos agrupados. Apesar da reunião, não foram apresentadas propostas concretas.
Os estabelecimentos que dependem exclusivamente do iFood enfrentaram dificuldades, com muitos relatando a falta de pedidos. Por outro lado, restaurantes que utilizam outras plataformas ou possuem entregadores próprios conseguiram aumentar suas vendas. Um proprietário de restaurante relatou que, no primeiro dia da greve, sua loja não recebeu pedidos pelo iFood, enquanto outro conseguiu um aumento significativo nas entregas.
O iFood declarou que está monitorando a situação e reafirmou seu respeito pelas manifestações pacíficas. A empresa destacou que atualmente 60% dos pedidos são entregues pelos próprios restaurantes. O Movimento Inovação Digital, que inclui mais de 180 empresas, também manifestou apoio ao direito dos entregadores de se mobilizarem. As reivindicações incluem a criação de uma taxa mínima de R$ 10 por entrega e o aumento do valor pago por quilômetro rodado.
O iFood, principal aplicativo de entregas no Brasil, está avaliando um possível reajuste para seus entregadores em resposta ao “breque dos apps”, que teve início em 31 de outubro. A empresa declarou que está atenta ao cenário econômico e considera um aumento ainda em 2023, buscando também melhorar as condições de trabalho e a transparência para esses profissionais. A paralisação, organizada por sindicatos, afetou drasticamente as entregas, com uma queda de 70% a 80% no movimento de delivery.
Restaurantes que utilizam frota própria de entregadores, por outro lado, observaram um aumento nas vendas, com crescimento de até 50% nas entregas. A Associação Brasileira de Bares e Restaurantes de São Paulo (Abrasel SP) relatou que os estabelecimentos que dependem exclusivamente do iFood enfrentaram dificuldades significativas. Um proprietário de restaurante mencionou que, no primeiro dia de greve, não recebeu pedidos pelo iFood, contrastando com a média normal de 80 a 90 pedidos diários.
Os entregadores reivindicam melhorias nas condições de trabalho, incluindo um aumento no pagamento mínimo por entrega, que atualmente é de R$ 6,50, e a limitação das rotas de bicicleta a três quilômetros. Durante a mobilização, houve manifestações em várias cidades, incluindo uma grande passeata em São Paulo, onde entregadores se reuniram em frente à sede do iFood. Apesar das negociações, não foram apresentadas propostas concretas, o que gerou descontentamento entre os trabalhadores.
O iFood informou que está monitorando a situação e que 60% dos pedidos feitos pelo aplicativo são entregues pelos próprios restaurantes. O Movimento Inovação Digital, que reúne diversas empresas do setor, também se manifestou, reconhecendo o direito dos entregadores de se mobilizarem pacificamente. A situação continua a evoluir, com a expectativa de que novas discussões sobre as reivindicações dos trabalhadores ocorram em breve.
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