A AB InBev está investindo em cervejas sem álcool, como a Corona Cero, e associando suas marcas a eventos esportivos para promover saúde e bem-estar. No primeiro trimestre, as vendas de cervejas zero álcool, incluindo Corona Cero e Bud Zero, cresceram quase 40%, especialmente durante o Carnaval, um período tradicionalmente forte para a venda de cervejas com álcool. A Ambev, que lidera o mercado, anunciou que este foi o maior trimestre em volume de vendas de cervejas sem álcool. A empresa também destacou que, ao longo dos anos, melhorou seus processos para oferecer opções de cerveja sem álcool que mantêm o sabor das versões tradicionais. Essa tendência de crescimento no segmento de cervejas sem álcool é observada em outras empresas, como a Heineken, que já oferece alternativas em muitos de seus mercados.
A AB InBev, por meio da Ambev, registrou um crescimento significativo nas vendas de cervejas sem álcool, como Corona Cero e Bud Zero, que aumentaram quase 40% no primeiro trimestre de 2025. Esse crescimento foi impulsionado pela sazonalidade do Carnaval, um período tradicionalmente forte para a venda de bebidas alcoólicas.
A empresa anunciou que a Corona Cero será a cerveja oficial das Olimpíadas de Paris em 2024, reforçando sua estratégia de associar a marca a eventos esportivos que promovem saúde e bem-estar. Além disso, a parceria com a World Surf League foi renovada, agora com a Corona Cero como a marca associada ao surfe de elite, onde atletas brasileiros como Ítalo Ferreira e Gabriel Medina são destaques.
No primeiro trimestre, a Ambev reportou que as vendas de cervejas zero álcool foram as maiores em volume na história da empresa. O crescimento foi duplo em relação ao trimestre anterior, com a categoria liderada por Corona Cero, Budweiser Zero e Brahma Zero. A diretora de Conhecimento e Cultura Cervejeira da Ambev, Laura Aguiar, destacou que a empresa aprimorou seus processos para oferecer opções de cerveja sem álcool que atendem diferentes perfis de consumidores.
A tendência de crescimento das cervejas sem álcool também é observada em concorrentes como a Heineken, que já oferece alternativas em mercados que representam 90% de seus volumes. A expansão desse segmento reflete uma mudança nas preferências dos consumidores, que buscam opções mais saudáveis e versáteis.
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