Dior concordou em pagar €2 milhões para ajudar vítimas de exploração trabalhista e se comprometeu a melhorar a supervisão de seus fornecedores após uma investigação da autoridade de concorrência italiana. A investigação apurou se a marca e suas unidades enganaram consumidores sobre as condições de trabalho em sua cadeia de suprimentos. A autoridade decidiu encerrar o caso sem aplicar penalidades, considerando as promessas da Dior como uma solução adequada. A investigação foi motivada pela descoberta de oficinas onde trabalhadores, muitas vezes imigrantes ilegais, eram mal pagos para produzir produtos vendidos a preços altos. Além do pagamento, a Dior também se comprometeu a mudar suas declarações sobre responsabilidade social e a adotar procedimentos mais rigorosos para selecionar e monitorar seus fornecedores. Um grupo de defesa do consumidor criticou a decisão, achando que as medidas foram muito brandas.
Dior concordou em pagar €2 milhões para apoiar vítimas de exploração laboral e se comprometeu a melhorar a transparência em sua cadeia de suprimentos. A decisão encerra uma investigação da autoridade de concorrência italiana sobre práticas enganosas relacionadas às condições de trabalho em suas unidades.
A investigação foi motivada por descobertas de exploração de trabalhadores, incluindo imigrantes em situação irregular, que produziam produtos para a marca. A autoridade antitruste italiana decidiu fechar o caso sem estabelecer penalidades, considerando as promessas da Dior como remédios adequados para possíveis irregularidades.
Entre os compromissos assumidos, a marca se comprometeu a alterar suas declarações de responsabilidade social e a adotar procedimentos mais rigorosos para a seleção e monitoramento de fornecedores. A Dior afirmou ter colaborado estreitamente com a autoridade para definir um conjunto robusto de compromissos que aumentam a transparência em sua cadeia de suprimentos.
A decisão foi criticada pelo grupo de consumidores Codacons, que considerou as medidas insuficientes, dado o valor relativamente baixo do pagamento e a ausência de multas. No ano passado, procuradores em Milão designaram comissários para supervisionar as unidades da Dior e da Armani, que terceirizavam a produção de bolsas, a fim de resolver problemas na cadeia de suprimentos.
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