Michael Acton Smith, após anos à frente de diversos negócios, enfrentou um esgotamento mental. Inicialmente cético em relação à meditação, ele mudou de ideia após a recomendação de seu amigo Alex Tew. Acton Smith percebeu que a mindfulness é baseada em neurociência, uma forma de reprogramar o cérebro humano. Juntos, eles fundaram o Calm, um […]
Michael Acton Smith, após anos à frente de diversos negócios, enfrentou um esgotamento mental. Inicialmente cético em relação à meditação, ele mudou de ideia após a recomendação de seu amigo Alex Tew. Acton Smith percebeu que a mindfulness é baseada em neurociência, uma forma de reprogramar o cérebro humano. Juntos, eles fundaram o Calm, um aplicativo que oferece meditações guiadas, histórias para dormir e exercícios de movimento consciente, visando tornar a prática acessível a um público amplo.
O aplicativo, avaliado em R$ 2 bilhões, oferece assinaturas que variam de R$ 14,99 por mês a R$ 399,99 em pagamento único. Apesar de suas experiências anteriores em negócios, os fundadores enfrentaram dificuldades para atrair investidores, que viam a saúde mental como um tema pouco atraente. Acton Smith destacou que, na época, a meditação era considerada uma ideia estranha, dificultando a captação de recursos.
A ideia para o Calm surgiu durante momentos de descontração entre os amigos, que buscavam simplificar a meditação e torná-la mais acessível. Após meses de tentativas, conseguiram levantar R$ 1,5 milhão entre 2012 e 2014. Para se destacar em um mercado com aplicativos gratuitos, eles focaram em uma abordagem mais lúdica e criativa, promovendo o aplicativo principalmente por meio do boca a boca.
O recurso “Daily Calm”, com meditações diárias de 10 minutos, e as “Sleep Stories”, narradas por celebridades, foram fundamentais para o crescimento do aplicativo. Celebridades como Matthew McConaughey e Harry Styles contribuíram para aumentar a visibilidade do Calm, que também começou a oferecer sua versão premium como benefício para empresas. A missão do Calm, segundo Tew, é “tornar o mundo mais feliz e saudável”, e, treze anos depois, Acton Smith reafirma a crença no poder transformador do aplicativo.
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