Durante uma conversa no Big Brother Brasil, o medalhista olímpico Diego Hypólito revelou que passou por uma internação em uma clínica psiquiátrica após ser diagnosticado com depressão e desenvolver claustrofobia. Ele compartilhou que, em momentos de crise, sentia-se tão angustiado que abandonou seu carro no trânsito e ficou dois anos sem voar. A mãe de […]
Durante uma conversa no Big Brother Brasil, o medalhista olímpico Diego Hypólito revelou que passou por uma internação em uma clínica psiquiátrica após ser diagnosticado com depressão e desenvolver claustrofobia. Ele compartilhou que, em momentos de crise, sentia-se tão angustiado que abandonou seu carro no trânsito e ficou dois anos sem voar. A mãe de Diego foi quem percebeu seu comportamento alterado, levando-o a buscar ajuda, que incluiu suporte do Comitê Olímpico Brasileiro (COB).
A depressão é uma condição complexa que afeta cerca de 300 milhões de pessoas globalmente, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS). No Brasil, aproximadamente 15% da população já recebeu esse diagnóstico. Os sintomas incluem desânimo persistente e a sensação de perda de prazer na vida. O tratamento pode envolver psicoterapia e medicamentos, sendo essencial que o paciente busque ajuda imediatamente para evitar agravamentos.
A claustrofobia, caracterizada pelo medo de espaços fechados, pode surgir em qualquer fase da vida e está frequentemente associada a condições como ansiedade e depressão. Os sintomas incluem falta de ar e ataques de pânico. O tratamento pode incluir psicoterapia, terapia cognitivo-comportamental e, em alguns casos, uso de ansiolíticos e antidepressivos.
Diego Hypólito enfatizou que, mesmo após o tratamento, continua a receber acompanhamento psiquiátrico e psicológico. A busca por hábitos saudáveis, como uma alimentação equilibrada e a prática de atividades físicas, é fundamental para o controle tanto da depressão quanto da claustrofobia, contribuindo para a melhora da qualidade de vida dos pacientes.
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