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Adam Grant alerta: frase ‘você me faz sentir’ revela baixa inteligência emocional

- Adam Grant, psicólogo da Wharton, destaca a importância da inteligência emocional. - Em podcast, ele critica a frase "você me faz sentir" por transferir responsabilidade emocional. - Grant sugere substituir por "eu me sinto", promovendo autoconhecimento emocional. - Susan David enfatiza a linguagem que usamos para descrever emoções e suas implicações. - A mudança de perspectiva ajuda a gerenciar emoções de forma mais eficaz e saudável.

Adam Grant, psicólogo organizacional e professor na Wharton School, é amplamente reconhecido por suas contribuições à inteligência emocional. Considerado um dos pensadores de gestão mais influentes, Grant destaca que a forma como lidamos com nossas emoções reflete nosso nível de inteligência emocional. Em um episódio do podcast ReThinking, ele e a psicóloga Susan David discutiram […]

Adam Grant, psicólogo organizacional e professor na Wharton School, é amplamente reconhecido por suas contribuições à inteligência emocional. Considerado um dos pensadores de gestão mais influentes, Grant destaca que a forma como lidamos com nossas emoções reflete nosso nível de inteligência emocional. Em um episódio do podcast ReThinking, ele e a psicóloga Susan David discutiram a frase “você me faz sentir”, que, segundo eles, demonstra uma baixa inteligência emocional, pois transfere a responsabilidade de nossas emoções para os outros.

Grant argumenta que essa expressão concede poder às outras pessoas sobre nossas reações emocionais. Ele enfatiza que, embora as emoções dos outros possam nos influenciar, a responsabilidade pela nossa resposta é sempre nossa. A frase “você me fez sentir” deve ser substituída por “eu me sinto”, promovendo um maior controle sobre nossas emoções. Essa mudança de perspectiva é fundamental para o gerenciamento emocional saudável em relacionamentos, sejam eles amorosos, familiares ou profissionais.

Susan David complementa essa discussão ao sugerir uma alteração na forma como expressamos nossas emoções. Ao invés de afirmar “estou triste” ou “estou com raiva”, ela propõe que digamos “percebo que me sinto triste”. Essa abordagem cria um espaço entre o estímulo e a resposta, permitindo uma reflexão mais consciente sobre nossas emoções. Assim, a linguagem que usamos pode impactar diretamente nossa capacidade de gerenciar e entender nossas reações emocionais.

Grant e David ressaltam que as emoções são narrativas que construímos para dar sentido às nossas experiências. Ao reformular a maneira como falamos sobre nossos sentimentos, podemos contar essas histórias de forma mais eficaz, aumentando nossa inteligência emocional. Essa prática não apenas melhora o autocontrole emocional, mas também fortalece a qualidade dos relacionamentos interpessoais.

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