Ejercer a maternidade representa um grande desafio para as mulheres, que enfrentam a pressão de conciliar múltiplos papéis em uma sociedade acelerada e hiperconectada. A psicóloga Ana Asensio, especialista em neurociência, destaca que as mães sentem uma sobreexigência para serem bem-sucedidas em todas as áreas, o que pode levar a sentimentos de solidão e alterações […]
Ejercer a maternidade representa um grande desafio para as mulheres, que enfrentam a pressão de conciliar múltiplos papéis em uma sociedade acelerada e hiperconectada. A psicóloga Ana Asensio, especialista em neurociência, destaca que as mães sentem uma sobreexigência para serem bem-sucedidas em todas as áreas, o que pode levar a sentimentos de solidão e alterações de humor. Asensio explica que a maternidade provoca mudanças significativas no cérebro feminino, como o aumento da oxitocina, a chamada hormona do amor, que fortalece o vínculo mãe-filho, mas também gera estresse e ansiedade.
As emoções das mães são intensas e muitas vezes difíceis de gerenciar, resultando em uma mistura de responsabilidade, cansaço e frustração. Para equilibrar corpo e mente, Asensio sugere que as mães dediquem tempo ao autocuidado e busquem momentos de tranquilidade. Além disso, a sincronização cardíaca entre mãe e bebê durante interações próximas é um fenômeno observado, evidenciando a conexão emocional profunda que se estabelece.
A autoexigência é um dos principais problemas enfrentados pelas mães, levando ao esgotamento e à dificuldade em encontrar um equilíbrio entre vida pessoal e profissional. Para viver uma maternidade positiva, Asensio recomenda que as mães se permitam errar e busquem ajuda quando necessário, priorizando sua saúde mental e emocional. O apoio social é fundamental para que as mães se sintam valorizadas e compreendidas.
Práticas como uma alimentação saudável, o contato físico com entes queridos e a atividade física são essenciais para o bem-estar emocional das mães. Asensio aconselha que as mães se cercam de pessoas que ofereçam suporte e compreensão, especialmente as que estão passando por experiências semelhantes. O amor-próprio e a aceitação são fundamentais para que as mães se sintam felizes e realizadas em sua nova jornada.
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