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Escolas da Série Ouro reagem a favorecimento da União de Maricá no Carnaval de 2026

- Presidentes da Série Ouro criticam suposto favorecimento à União de Maricá. - Acordo entre ligas pode garantir entrada da escola no Grupo Especial em 2026. - Sandro Avelar e Capitão Guimarães são figuras controversas no esquema. - União de Maricá recebeu R$ 8 milhões de recursos públicos para o Carnaval. - Escola nega irregularidades e reafirma compromisso com ética e profissionalismo.

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A polêmica envolvendo o Carnaval gerou indignação entre os presidentes das escolas de samba da Série Ouro neste domingo. A controvérsia surgiu após a divulgação de um suposto acordo entre a Liga Independente das Escolas de Samba do Rio de Janeiro (Liesa) e a LigaRJ, que garantiria a entrada da União de Maricá no Grupo […]

A polêmica envolvendo o Carnaval gerou indignação entre os presidentes das escolas de samba da Série Ouro neste domingo. A controvérsia surgiu após a divulgação de um suposto acordo entre a Liga Independente das Escolas de Samba do Rio de Janeiro (Liesa) e a LigaRJ, que garantiria a entrada da União de Maricá no Grupo Especial em 2026. A articulação teria sido feita por Sandro Avelar, presidente da LigaRJ, e Capitão Guimarães, um conhecido contraventor.

A União de Maricá, que já conta com o apoio do deputado federal Washington Quaquá, teria recebido mais de R$ 8 milhões de recursos públicos, segundo uma reportagem da Veja. A situação provocou reações de líderes de outras escolas, como Ney Filardi, presidente da União da Ilha do Governador, que expressou seu repúdio ao favorecimento e enfatizou que o Carnaval deve ser ganho com trabalho e respeito. Ele afirmou: “Não vou deixar que isso aconteça”.

Heitor Fernandes, presidente da Em Cima da Hora, também criticou a União de Maricá, questionando sua legitimidade em comparação com escolas mais tradicionais. Ele pediu um posicionamento das autoridades sobre a situação, destacando que o Carnaval é uma celebração do povo. Reginaldo Gomes, da Inocentes de Belford Roxo, reforçou que o sucesso no Carnaval não se resume a dinheiro, mas sim à história e à cultura que cada escola representa.

Em resposta às acusações, a União de Maricá emitiu uma nota repudiando as alegações e reafirmando seu compromisso com a ética e o profissionalismo. A escola destacou que seu foco está na preparação para o Carnaval de 2025 e que não há negociações em andamento para a contratação de profissionais antes do desfile. A LigaRJ e a Liesa, por sua vez, afirmaram não ter conhecimento das acusações.

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