O Departamento de Gestão Hospitalar (DGH), em colaboração com o Centro Cultural do Ministério da Saúde (CCMS), promoveu a terceira edição do Cineclube, realizada em 23 de janeiro de 2025, no auditório da Superintendência do Ministério da Saúde no Rio de Janeiro. O tema abordado foi “Janeiro Branco: Saúde mental no contexto hospitalar”. A diretora […]
O Departamento de Gestão Hospitalar (DGH), em colaboração com o Centro Cultural do Ministério da Saúde (CCMS), promoveu a terceira edição do Cineclube, realizada em 23 de janeiro de 2025, no auditório da Superintendência do Ministério da Saúde no Rio de Janeiro. O tema abordado foi “Janeiro Branco: Saúde mental no contexto hospitalar”. A diretora do DGH, Teresa Navarro, expressou seu entusiasmo, destacando a relevância da saúde mental para os profissionais da área.
O evento começou com a exibição do documentário “Na Linha de Frente” (2020), que retrata os desafios enfrentados pelos enfermeiros durante a pandemia de covid-19, como a falta de recursos e jornadas exaustivas. Em seguida, foi apresentado o curta-metragem “Escutas” (2022), que mostra a realidade de uma comunidade afetada pela violência, através das experiências de usuários e funcionários da Clínica da Família Augusto Boal. Após as exibições, uma mesa-redonda mediada por Paulo Pontes discutiu as iniciativas de saúde mental no Rio de Janeiro.
A mesa contou com a participação de Hugo Fagundes, Wagner de Oliveira e Magda Costa Barreto, que compartilharam experiências e a importância dos serviços públicos de saúde mental. O evento foi encerrado por Thiago Grisolia, que conduziu uma versão condensada da Oficina Estado de Poesia, ressaltando a importância dos encontros online durante a pandemia para a escuta dos profissionais de saúde.
Além do Cineclube, duas atividades complementares foram realizadas. A primeira foi a experiência em realidade virtual “Travessia Pelo Mundo das Imagens” (2024), que oferece um passeio pelo Espaço Travessia, em uma antiga enfermaria psiquiátrica. A segunda atividade foi a exposição itinerante “O que nunca deveria ter sido: manicômio”, que ficará em cartaz até 31 de janeiro e apresenta obras que criticam as instituições de saúde mental ao longo da história.
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