A influenciadora Flora Irajá compartilha suas impressões sobre as tendências da Semana de Moda de Paris, que começou na última segunda-feira (27). Em entrevista à revista Ela, ela analisa os looks das brasileiras presentes nos desfiles e incentiva seus mais de 50 mil seguidores a ousarem em suas escolhas, especialmente mulheres mais maduras, que são […]
A influenciadora Flora Irajá compartilha suas impressões sobre as tendências da Semana de Moda de Paris, que começou na última segunda-feira (27). Em entrevista à revista Ela, ela analisa os looks das brasileiras presentes nos desfiles e incentiva seus mais de 50 mil seguidores a ousarem em suas escolhas, especialmente mulheres mais maduras, que são seu público principal. Flora destaca a presença de mulheres com cabelos grisalhos e pouca maquiagem no desfile da grife Valentino, ressaltando a importância da inclusão e da quebra de padrões de beleza.
Flora elogia a coleção opulenta da Valentino, assinada por Alessandro Michele, mas também aponta que ainda há um longo caminho a percorrer em direção à inclusão de todas as variações de corpos e etnias. Ela afirma que as grandes marcas precisam se conectar com a realidade de suas consumidoras, lembrando que o acesso ao mercado de luxo é, muitas vezes, restrito a pessoas mais velhas com maior poder aquisitivo. A influenciadora critica a falta de representatividade de mulheres com corpos mais robustos e de diferentes etnias nas passarelas.
As brasileiras se destacaram com looks fashionistas, como o de Fernanda Torres, que compareceu ao desfile da Chanel com um visual elegante e modesto. Flora também menciona as modelos Agatha Borges e Katia André, que brilharam no desfile da Armani Privé, com looks que celebraram os 20 anos da linha de alta-costura da grife italiana. Apesar de algumas críticas aos looks, Flora acredita que a Semana de Alta-Costura deve ser vista como uma vitrine de tendências que podem ser adaptadas para o dia a dia.
Para 2025, Flora prevê um retorno ao tradicionalismo etéreo, com ênfase em transparências, volumes e cores vibrantes. Ela defende que a moda deve ser inclusiva e refletir a diversidade dos corpos reais, criticando os padrões estreitos que muitas vezes dominam as passarelas. Flora conclui que a moda não deve ter fronteiras e que o importante é que cada mulher se sinta plena com suas escolhas, independentemente de serem ousadas ou formais.
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