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Maíra Cardi planeja nova gestação com FIV após aborto espontâneo e explica os benefícios

- Maíra Cardi, influenciadora de 41 anos, planeja engravidar via FIV em três meses. - Após um aborto espontâneo, ela busca reduzir riscos associados à sua idade. - Especialistas destacam que 40% das gestações após os 40 anos terminam em aborto. - A FIV permite seleção de embriões saudáveis, minimizando riscos cromossômicos. - Ovodoação é uma opção que aumenta as chances de sucesso na FIV para mulheres mais velhas.

Maíra Cardi anunciou em vídeo nas redes sociais sua intenção de engravidar novamente, após sofrer um aborto espontâneo enquanto esperava um bebê com o empresário Thiago Nigro. A influenciadora, que já é mãe de Lucas, de 23 anos, e Sophia, de 6, revelou que planeja realizar a Fertilização In Vitro (FIV) em até três meses. […]

Maíra Cardi anunciou em vídeo nas redes sociais sua intenção de engravidar novamente, após sofrer um aborto espontâneo enquanto esperava um bebê com o empresário Thiago Nigro. A influenciadora, que já é mãe de Lucas, de 23 anos, e Sophia, de 6, revelou que planeja realizar a Fertilização In Vitro (FIV) em até três meses. Com 41 anos, ela optou por essa técnica para minimizar os riscos associados à sua idade, uma vez que, segundo o Dr. Rodrigo Rosa, especialista em reprodução humana, 40% das gestações espontâneas terminam em aborto no primeiro trimestre para mulheres acima de 40 anos.

O médico explica que a principal causa de abortos espontâneos em gestações espontâneas nessa faixa etária são as alterações cromossômicas do embrião, que ocorrem devido à diminuição da qualidade dos óvulos com o envelhecimento. Ele destaca que um embrião normal deve ter 23 pares de cromossomos e que a aneuploidia, que se refere a um número anormal de cromossomos, é comum em óvulos de mulheres mais velhas. A FIV, ao permitir a seleção de embriões saudáveis, pode ajudar a reduzir esses riscos.

O Dr. Fernando Prado, especialista em Reprodução Humana, detalha que a FIV envolve a coleta de óvulos e espermatozoides para fecundação em laboratório, com a transferência do embrião para o útero após o desenvolvimento. Ele também menciona a possibilidade de realizar um teste genético no embrião, conhecido como PGT-A, que pode identificar doenças cromossômicas e ajudar na seleção de embriões viáveis. Contudo, as taxas de sucesso da FIV ainda dependem da idade do óvulo, e a ovodoação pode ser uma alternativa para aumentar as chances de sucesso.

Por fim, o Dr. Rodrigo Rosa alerta que, mesmo com óvulos doados, não é recomendado que mulheres engravidem após os 50 anos devido aos riscos elevados para a saúde da mãe e do bebê. Após a transferência do embrião, um teste de gravidez pode ser realizado em cerca de duas semanas para confirmar a adesão ao útero. Ele enfatiza a importância de cuidados obstétricos e hábitos saudáveis durante a gestação, além de checar os níveis de Vitamina D, que podem influenciar a concepção e a saúde da gestante.

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