Bill Gates destaca que sua curiosidade insaciável é um dos principais fatores que contribuíram para seu sucesso. Em entrevista ao CNBC Make It, ele afirma: “Coloco muita energia em tentar aprender coisas”. Desde jovem, Gates dedicou horas à leitura sobre diversos temas, como ciência da computação e história, conforme relata em seu novo livro, “Source […]
Bill Gates destaca que sua curiosidade insaciável é um dos principais fatores que contribuíram para seu sucesso. Em entrevista ao CNBC Make It, ele afirma: “Coloco muita energia em tentar aprender coisas”. Desde jovem, Gates dedicou horas à leitura sobre diversos temas, como ciência da computação e história, conforme relata em seu novo livro, “Source Code”, lançado recentemente. Aos nove anos, ele leu toda a coleção da World Book Encyclopedia da família, embora hoje considere essa busca um tanto “silly”, questionando quanto realmente reteve.
Gates sempre buscou um “conjunto amplo de conhecimentos” e acredita que sua curiosidade aberta foi fundamental em sua trajetória. Durante seus três semestres na Harvard University, ele não se limitou a disciplinas de matemática e ciência da computação, optando também por cursos de justiça criminal e história britânica. Ele ressalta que as aulas de psicologia foram “valiosas” para suas habilidades sociais e que o conhecimento em economia foi útil na gestão de um dos maiores negócios do mundo.
Após deixar a presidência da Microsoft em 2000, Gates se voltou para a leitura sobre crises de saúde global e mudanças climáticas, que inspiraram suas atividades filantrópicas. Ele expressa gratidão por ter crescido antes da era dos smartphones e redes sociais, embora sinta inveja da facilidade de acesso à informação que as crianças modernas têm. “É mais fácil aprender hoje. O que está online é simplesmente milagroso”, afirma.
Gates atribui seu amor pelo aprendizado ao apoio de seus pais, que incentivaram sua curiosidade e o encorajaram a interagir com adultos em jantares e discussões. Ele destaca que “a curiosidade não pode ser satisfeita em um vácuo”, necessitando de nutrição, recursos e apoio. Seus pais levaram suas perguntas a sério, promovendo um ambiente que estimulava o diálogo e a reflexão, o que, segundo ele, foi essencial para desenvolver sua predisposição natural ao aprendizado.
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