Os fios de sustentação têm se destacado na dermatologia como uma alternativa para rejuvenescimento facial sem a necessidade de cirurgias invasivas. Essa técnica utiliza fios biodegradáveis, como ácido polilático ou PDO (polidioxanona), que são absorvidos pelo corpo ao longo do tempo. A dermatologista Laís Rios explica que esses fios são aplicados sob a pele, proporcionando […]
Os fios de sustentação têm se destacado na dermatologia como uma alternativa para rejuvenescimento facial sem a necessidade de cirurgias invasivas. Essa técnica utiliza fios biodegradáveis, como ácido polilático ou PDO (polidioxanona), que são absorvidos pelo corpo ao longo do tempo. A dermatologista Laís Rios explica que esses fios são aplicados sob a pele, proporcionando um efeito lifting imediato e estimulando a produção de colágeno, resultando em um efeito natural e duradouro.
O procedimento é realizado com anestesia local e tem duração de 30 a 60 minutos. Os fios são inseridos por meio de uma agulha ou cânula, atuando como suportes internos que reposicionam a pele. Segundo Rios, essa técnica não apenas levanta os tecidos, mas também desencadeia a produção de colágeno, o que fortalece e revitaliza a pele ao longo do tempo.
A técnica é indicada para pessoas a partir dos 30 anos que apresentam flacidez leve a moderada, sendo mais comum em áreas como rosto, mandíbula, maçãs e sobrancelhas, além do pescoço. Os resultados podem durar de 12 a 18 meses, variando conforme o tipo de fio utilizado e a resposta de cada paciente. A recuperação é rápida, com inchaços e hematomas temporários que desaparecem em poucos dias.
Com um tempo de recuperação reduzido e resultados naturais, os fios de sustentação se consolidam como uma opção viável para quem busca rejuvenescimento facial sem recorrer a cirurgias. A técnica tem atraído cada vez mais pacientes em busca de alternativas menos invasivas para melhorar a aparência da pele.
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