Marcus Faustini, diretor teatral e ex-secretário municipal de Cultura do Rio, tem se dedicado a discutir longevidade e reinvenção, focando em pessoas acima dos 50 anos. Essa temática é central na nova temporada do programa “Aprender sem fim”, que estreia hoje no Canal Futura e estará disponível no Globoplay e em formato de podcast. Faustini […]
Marcus Faustini, diretor teatral e ex-secretário municipal de Cultura do Rio, tem se dedicado a discutir longevidade e reinvenção, focando em pessoas acima dos 50 anos. Essa temática é central na nova temporada do programa “Aprender sem fim”, que estreia hoje no Canal Futura e estará disponível no Globoplay e em formato de podcast. Faustini destaca que “não se pode envelhecer sozinho”, enfatizando a importância da convivência social e da reflexão pessoal.
O programa propõe uma análise sobre a ancestralidade, cultura e comportamento, considerando que o Brasil será um dos países mais envelhecidos nas próximas décadas. De acordo com o IBGE, a idade média da população brasileira deve atingir 48,4 anos até 2070, em comparação aos atuais 35,5 anos. A série busca discutir como tornar a sociedade mais inclusiva, especialmente para aqueles que enfrentam exclusão no mercado de trabalho.
Os convidados, incluindo Carmo Dalla Vecchia e Bruce Gomlevsky, debatem a longevidade sob diferentes perspectivas, como cultura e tecnologia. Faustini acredita que o fortalecimento da cultura é essencial para reverter o isolamento social, citando o samba como um elemento que promove a convivência. Luiz Antonio Simas ressalta que “o samba sempre foi um elemento aglutinador”, fundamental para reconstruir laços sociais.
Bruce Gomlevsky, que completou 50 anos, vê essa fase como uma oportunidade de maturidade e reinvenção. Ele afirma que, à medida que envelhece, sente-se estimulado a assumir novos desafios. Faustini, aos 53 anos, reflete sobre a necessidade de mudar a percepção negativa sobre a velhice, afirmando que “pensar a longevidade não é decretar o que a sociedade já diz”. Mariana Seivalos, supervisora do Canal Futura, complementa que o programa é vital para discutir saúde e bem-estar na população mais velha.
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