A Imperatriz Leopoldinense é a segunda escola a desfilar na Sapucaí neste domingo, 2, apresentando o enredo Ómi Tútu ao Olúfon – Água fresca para o senhor de Ifón. Durante a concentração, a rainha de bateria Maria Mariá, que é uma figura conhecida na comunidade, fez um apelo aos “fiscais do samba”, internautas que criticam […]
A Imperatriz Leopoldinense é a segunda escola a desfilar na Sapucaí neste domingo, 2, apresentando o enredo Ómi Tútu ao Olúfon – Água fresca para o senhor de Ifón. Durante a concentração, a rainha de bateria Maria Mariá, que é uma figura conhecida na comunidade, fez um apelo aos “fiscais do samba”, internautas que criticam outras musas pela performance nas apresentações.
Maria Mariá destacou que a viralização de críticas não contribui para o samba. “Acho desnecessário a viralização de coisas que não são tão boas para o samba. Então, é muito mais fácil falar mal de alguém do que elogiar”, afirmou. A rainha enfatizou que, se os críticos realmente quisessem valorizar o samba, deveriam compartilhar conteúdos positivos.
Ela sugeriu que os internautas poderiam postar fotos e vídeos de pessoas que se destacam e se sentem bem durante as apresentações. Essa mensagem reflete uma busca por um ambiente mais positivo e acolhedor dentro do universo do samba, onde o apoio e a celebração são priorizados em vez das críticas.
A apresentação da Imperatriz Leopoldinense promete ser um momento de celebração e união, destacando a importância de valorizar o samba e suas raízes culturais. A expectativa é que a escola encante o público com sua performance vibrante e cheia de significado.
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