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Técnica de taxidermia transforma luto em lembrança ao eternizar pets amados

- A taxidermia, tradicional entre caçadores, agora preserva animais de estimação. - Marya Araujo Sant'Ana taxidermizou seu cachorro Toby, que faleceu aos 18 anos. - O processo, realizado por Rodrigo Ribeiro de Freitas, custou R$ 3 mil e durou dois meses. - Rodrigo, taxidermista há 26 anos, destaca o valor sentimental da prática. - A técnica ajuda tutores a manter a memória de seus pets em casa, preenchendo vazios emocionais.

A prática de taxidermia, que tradicionalmente envolvia a preservação de animais selvagens como troféus, tem se expandido para incluir animais de estimação, como cães e gatos. Essa técnica permite que tutores mantenham a presença de seus pets mesmo após a morte. Um exemplo é o caso de Marya Araujo Sant’Ana, que decidiu preservar seu cachorro, […]

A prática de taxidermia, que tradicionalmente envolvia a preservação de animais selvagens como troféus, tem se expandido para incluir animais de estimação, como cães e gatos. Essa técnica permite que tutores mantenham a presença de seus pets mesmo após a morte. Um exemplo é o caso de Marya Araujo Sant’Ana, que decidiu preservar seu cachorro, Toby, de dezoito anos, após sua morte em outubro de 2024. A família, que reside em Maravilha, Santa Catarina, optou pela taxidermia como forma de lidar com a perda e preencher o vazio deixado pela ausência do animal.

O processo de taxidermia de Toby levou cerca de dois meses e envolveu a comunicação constante entre a família e o taxidermista, Rodrigo Ribeiro de Freitas. O casal teve que viajar até Criciúma para entregar o corpo do animal, e o custo total do serviço foi de aproximadamente R$ 3 mil, incluindo despesas de transporte. Marya destacou que o resultado final foi feito com atenção aos detalhes, como a aparência dos olhos de Toby, que refletiam sua idade.

Rodrigo, com 26 anos de experiência na área, explica que o tempo de devolução do animal varia, mas geralmente é de cerca de 60 dias. Ele enfatiza que o custo da taxidermia não é apenas financeiro, mas sim um reflexo do valor emocional que os pets têm para seus tutores. O trabalho pode variar em complexidade dependendo do tamanho e estado do animal, e Rodrigo se dedica a respeitar os sentimentos dos tutores durante todo o processo.

Com formação em biologia e experiência autodidata, Rodrigo começou sua carreira em taxidermia ainda jovem. Ele considera cada trabalho uma oportunidade de eternizar o amor que os tutores têm por seus animais, tornando a experiência gratificante. A taxidermia, segundo ele, é uma forma de manter viva a memória dos pets, permitindo que eles continuem a fazer parte da vida de seus tutores de maneira significativa.

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