Os turistas que planejam escalar o Monte Fuji no próximo verão no Hemisfério Norte enfrentarão uma nova taxa de entrada de 4.000 ienes (aproximadamente US$ 27 ou R$ 155), conforme anunciado pelas autoridades locais em 17 de março. Este valor representa o dobro da taxa de 2.000 ienes aplicada no ano anterior, quando a prefeitura […]
Os turistas que planejam escalar o Monte Fuji no próximo verão no Hemisfério Norte enfrentarão uma nova taxa de entrada de 4.000 ienes (aproximadamente US$ 27 ou R$ 155), conforme anunciado pelas autoridades locais em 17 de março. Este valor representa o dobro da taxa de 2.000 ienes aplicada no ano anterior, quando a prefeitura de Yamanashi implementou um limite diário de quatro mil pessoas para a trilha “Yoshida”, a mais popular do vulcão ativo.
A prefeitura de Shizuoka, que abriga outras três trilhas para o cume, também decidiu adotar a mesma taxa, que anteriormente era gratuita. Em 2024, o número de visitantes ao Monte Fuji foi de 204.316, uma queda em relação aos 221.322 do ano anterior, segundo dados do Ministério do Meio Ambiente. Natsuko Sodeyama, uma autoridade da região de Shizuoka, destacou que “nenhuma outra montanha no Japão atrai tantas pessoas em pouco mais de dois meses”, enfatizando a necessidade de restrições para garantir a segurança dos visitantes.
O Monte Fuji, frequentemente coberto de neve, atrai turistas principalmente durante o verão, quando muitos sobem para apreciar o nascer do sol do cume. A montanha é famosa por sua simetria e foi imortalizada em várias obras de arte, como a gravura “A grande onda de Kanagawa”, do artista Hokusai. Em um contexto mais amplo, o Japão registrou um número recorde de 36,8 milhões de turistas estrangeiros em 2024, gerando preocupações sobre o impacto do turismo em locais como Kyoto.
Entre na conversa da comunidade