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Araras-vermelhas resgatadas do tráfico são soltas no Parque das Aves em Foz do Iguaçu

- Oito araras-vermelhas resgatadas em Guararema foram soltas em Foz do Iguaçu. - As aves estavam em condições precárias e foram tratadas por seis meses. - A apreensão envolveu 163 aves, com 20 já mortas antes do resgate. - O Centro de Triagem e Recuperação de Animais Silvestres cuidou das araras. - A soltura contribui para a conservação da espécie e reabilitação em grupo.

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Oito araras-vermelhas, que foram resgatadas em outubro de 2024 durante uma operação da Polícia Militar Ambiental em Guararema, São Paulo, foram soltas no Parque das Aves, em Foz do Iguaçu, Paraná. As aves, que faziam parte de um total de 163 apreendidas, foram transportadas para o Paraná na noite de segunda-feira, 31 de março. Muitas das aves estavam em condições críticas, com pelo menos 20 já mortas antes do resgate.

Após a apreensão, as araras foram levadas ao Centro de Triagem e Recuperação de Animais Silvestres de São Paulo (Cetras-SP), onde passaram seis meses em reabilitação. Durante esse período, receberam cuidados médicos, alimentação adequada e foram adaptadas para viver em grupo, o que é essencial para sua sobrevivência na natureza. A coordenadora do Cetras-SP, Liliane Milanelo, destacou que as aves chegaram em estado delicado, muitas desnutridas e debilitadas.

No Parque das Aves, as araras-vermelhas agora convivem com outras aves resgatadas do tráfico, contribuindo para a conservação da espécie. O trabalho de reabilitação e reintegração é fundamental para garantir que esses animais possam retornar ao seu habitat natural e viver em bando, como é seu comportamento típico.

A soltura das araras representa um avanço nas ações de combate ao tráfico de animais silvestres e reforça a importância da preservação da fauna brasileira. O esforço conjunto de órgãos ambientais e instituições de reabilitação é crucial para a recuperação de espécies ameaçadas e para a conscientização sobre a proteção da biodiversidade.

Oito araras-vermelhas, resgatadas em outubro de 2024 durante uma operação da Polícia Militar Ambiental em Guararema (SP), foram soltas no Parque das Aves, em Foz do Iguaçu (PR). As aves foram transportadas de São Paulo para o Paraná na noite de segunda-feira, 31 de março. Elas faziam parte de um total de 163 aves apreendidas, muitas em condições críticas, com pelo menos 20 já mortas antes do resgate.

Após a apreensão, as araras foram levadas ao Centro de Triagem e Recuperação de Animais Silvestres de São Paulo (Cetras-SP), onde passaram seis meses em reabilitação. Durante esse período, receberam cuidados médicos, alimentação adequada e foram adaptadas para viver em grupo, essencial para sua sobrevivência na natureza. A coordenadora do Cetras-SP, Liliane Milanelo, destacou que as aves chegaram em estado delicado, muitas desnutridas e debilitadas.

No Parque das Aves, as araras-vermelhas agora convivem com outras aves resgatadas do tráfico, contribuindo para a conservação da espécie. O trabalho de reabilitação e reintegração é fundamental para garantir que esses animais possam retornar ao seu habitat natural e viver em bando, como é seu comportamento típico.

A soltura das araras representa um avanço nas ações de combate ao tráfico de animais silvestres e reforça a importância da preservação da fauna brasileira. O esforço conjunto de órgãos ambientais e instituições de reabilitação é crucial para a recuperação de espécies ameaçadas e para a conscientização sobre a proteção da biodiversidade.

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