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Ehang prevê que táxis voadores se tornem realidade na China em até cinco anos

- A Ehang recebeu certificação para operar táxis aéreos autônomos na China. - Os primeiros serviços comerciais ocorrerão em Hefei e Guangzhou em três a cinco anos. - O EH216-S, veículo elétrico da Ehang, possui 16 propulsores e capacidade para dois passageiros. - A China lidera em regulamentação de veículos aéreos não tripulados, superando os EUA. - O mercado de economia de baixa altitude pode valer R$ 1,5 trilhão até 2025.

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A Ehang, uma empresa chinesa especializada em veículos aéreos autônomos, recebeu a certificação da Administração da Aviação Civil da China para operar táxis aéreos pilotados remotamente. O vice-presidente da empresa, He Tianxing, anunciou que os serviços comerciais devem ser lançados em cidades como Hefei e Guangzhou nos próximos três a cinco anos. Inicialmente, os veículos serão utilizados para turismo, permitindo que passageiros façam passeios em rotas designadas.

O modelo EH216-S, que obteve a certificação, é um veículo elétrico com capacidade para duas pessoas e possui dezesseis hélices. Ele pode atingir uma velocidade máxima de cento e trinta quilômetros por hora e tem um alcance de trinta quilômetros. A Ehang planeja expandir suas operações para outras cidades, como Zhuhai e Shenzhen, e espera que os preços das corridas sejam acessíveis para atrair mais usuários.

A regulamentação da aviação não tripulada na China, iniciada em junho de dois mil e vinte e três, posiciona o país como líder em inovação no setor de transporte. Analistas destacam que a permissão para o uso comercial de veículos aéreos autônomos representa um avanço significativo, especialmente em comparação com a falta de regulamentação semelhante nos Estados Unidos.

Além dos táxis aéreos, a China está investindo em uma economia de baixa altitude, que inclui drones para entrega e rotas de transporte aéreo operadas por helicópteros. O governo chinês projeta que essa economia alcance um valor de um trilhão e quinhentos bilhões de yuans, cerca de duzentos e cinco bilhões de dólares, até dois mil e vinte e cinco. A competição no setor de veículos aéreos está aumentando, com empresas internacionais também se preparando para atender à demanda futura por táxis aéreos.

A Ehang, empresa chinesa de veículos aéreos autônomos, recebeu a certificação da Administração da Aviação Civil da China para operar táxis aéreos pilotados remotamente. O vice-presidente da empresa, He Tianxing, afirmou que os serviços comerciais devem ser lançados em cidades como Hefei e Guangzhou nos próximos três a cinco anos. Inicialmente, os veículos serão utilizados para turismo, permitindo que passageiros façam passeios em rotas designadas.

O modelo EH216-S, que recebeu a certificação, é um veículo elétrico com capacidade para duas pessoas e possui dezesseis hélices. Ele pode atingir uma velocidade máxima de cento e trinta quilômetros por hora e tem um alcance de trinta quilômetros. A Ehang planeja expandir suas operações para outras cidades, como Zhuhai e Shenzhen, e espera que os preços das corridas sejam acessíveis para atrair mais usuários.

A regulamentação da aviação não tripulada na China, iniciada em junho de dois mil e vinte e três, posiciona o país como líder em inovação no setor de transporte. Analistas destacam que a permissão para o uso comercial de veículos aéreos autônomos representa um avanço significativo, especialmente em comparação com a falta de regulamentação semelhante nos Estados Unidos.

Além dos táxis aéreos, a China está investindo em uma economia de baixa altitude, que inclui drones para entrega e rotas de transporte aéreo operadas por helicópteros. O governo chinês projeta que essa economia alcance um valor de um trilhão e quinhentos bilhões de yuans, cerca de duzentos e cinco bilhões de dólares, até dois mil e vinte e cinco. A competição no setor de veículos aéreos está aumentando, com empresas internacionais também se preparando para atender à demanda futura por táxis aéreos.

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