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Entenda os mitos e verdades sobre o suor e seu odor com a dermatologista Alessandra Romiti

- O suor é essencial para regular a temperatura corporal, mas não tem odor. - O mau cheiro do suor é causado por bactérias, não é transmissível. - Alimentos como alho e cebola podem alterar o odor da transpiração. - Roupas sintéticas retêm umidade, favorecendo o mau cheiro do suor. - Desequilíbrios hormonais e hiperidrose podem intensificar o odor corporal.

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O suor é um processo natural do corpo que ajuda a regular a temperatura, mas sua relação com o odor corporal é cercada de mitos. A dermatologista Alessandra Romiti, do Departamento de Cosmiatria da Sociedade Brasileira de Dermatologia, esclarece que nem todo suor tem cheiro. O odor forte é gerado principalmente pelas glândulas apócrinas, que produzem um suor mais rico em proteínas, favorecendo a ação de bactérias.

Romiti também desmistifica a ideia de que o mau cheiro pode ser transmitido de uma pessoa para outra. O odor é resultado da proliferação de bactérias e não da troca de suor. Além disso, alimentos como alho e cebola podem alterar o odor do suor, enquanto roupas de tecidos sintéticos podem intensificar o problema, pois retêm a umidade e favorecem a proliferação de microrganismos.

A especialista destaca que desequilíbrios hormonais podem aumentar a produção de suor e alterar a microbiota da pele, contribuindo para o mau odor. A hiperidrose, que é o aumento da transpiração, pode ou não estar associada à bromidrose, e a umidade gerada pelo suor excessivo pode intensificar o mau cheiro.

Por fim, Romiti explica que a distribuição das glândulas sudoríparas varia pelo corpo, o que pode fazer com que um lado transpire mais que o outro. A hiperidrose compensatória, que ocorre quando o corpo aumenta a transpiração em outras áreas após tratamento, não acontece sempre e está mais relacionada a intervenções cirúrgicas. Tratamentos como medicamentos e aplicação de botox são opções para controlar o suor excessivo.

O suor é um mecanismo natural do corpo que regula a temperatura, mas sua relação com o odor corporal é cercada de mitos. A dermatologista Alessandra Romiti, assessora do Departamento de Cosmiatria da Sociedade Brasileira de Dermatologia, esclarece que nem todo suor tem cheiro. O odor forte é gerado principalmente pelas glândulas apócrinas, que produzem um suor mais rico em proteínas, favorecendo a ação de bactérias.

Romiti também desmistifica a ideia de que o mau cheiro pode ser transmitido de uma pessoa para outra. O odor é resultado da proliferação de bactérias e não da troca de suor. Alimentos como alho e cebola podem, de fato, alterar o odor do suor, enquanto roupas de tecidos sintéticos podem intensificar o problema, pois retêm a umidade e favorecem a proliferação de microrganismos.

A especialista destaca que desequilíbrios hormonais podem aumentar a produção de suor e alterar a microbiota da pele, contribuindo para o mau odor. A hiperidrose, que é o aumento da transpiração, pode ou não estar associada à bromidrose, e a umidade gerada pelo suor excessivo pode intensificar o mau cheiro.

Por fim, Romiti explica que a distribuição das glândulas sudoríparas varia pelo corpo, o que pode fazer com que um lado transpire mais que o outro. A hiperidrose compensatória, que ocorre quando o corpo aumenta a transpiração em outras áreas após tratamento, não acontece sempre e está mais relacionada a intervenções cirúrgicas. Tratamentos como medicamentos e aplicação de botox são opções para controlar o suor excessivo.

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