Medicamentos injetáveis como Ozempic, Mounjaro e Wegovy têm se destacado no tratamento da obesidade, mostrando resultados melhores que os métodos tradicionais. O endocrinologista Paulo Rosenbaum afirma que a perda de peso pode chegar a 20% e, em alguns casos, até 25%. No entanto, ele alerta para o alto custo, que pode chegar a R$ 3 mil por mês, e para o uso indiscriminado desses medicamentos sem supervisão médica, o que pode levar a abusos.
Além da questão do peso, especialistas enfatizam a importância de tratar os aspectos emocionais da obesidade. Rosenbaum menciona que cerca de 30% das pessoas com obesidade sofrem de ansiedade e depressão, e muitos pacientes chegam aos consultórios frustrados. O psiquiatra Alexandre Azevedo destaca que até 50% dos indivíduos em tratamento clínico podem ter transtorno da compulsão alimentar, o que pode comprometer o sucesso do tratamento.
Os especialistas defendem uma abordagem que vai além dos medicamentos. Rosenbaum explica que a obesidade é uma condição crônica e multifatorial, influenciada por fatores psicológicos, biológicos e hormonais. Azevedo complementa que intervenções comportamentais e orientações nutricionais são essenciais para manter a perda de peso, evitando dietas restritivas que podem causar efeitos emocionais negativos.
Por fim, Azevedo ressalta a importância de alinhar expectativas realistas em relação à perda de peso. Ele sugere que metas de redução de 5% a 10% já podem trazer benefícios significativos à saúde e à qualidade de vida. O programa CNN Sinais Vitais abordará esses temas em uma entrevista que será exibida no sábado, 5 de abril, às 19h30.
Medicamentos injetáveis como Ozempic, Mounjaro e Wegovy têm se destacado no tratamento da obesidade, apresentando resultados superiores aos métodos tradicionais. Segundo o endocrinologista Paulo Rosenbaum, a perda de peso com esses medicamentos pode chegar a 20% e, em alguns casos, até 25%. No entanto, ele alerta para o alto custo, que pode alcançar até R$ 3 mil por mês, e para o uso indiscriminado sem supervisão médica, o que pode levar a abusos.
Além da questão do peso, os especialistas ressaltam a importância de abordar os aspectos emocionais da obesidade. Rosenbaum menciona que cerca de 30% das pessoas com obesidade sofrem de ansiedade e depressão, e muitos pacientes chegam aos consultórios frustrados. O psiquiatra Alexandre Azevedo destaca que até 50% dos indivíduos em tratamento clínico podem apresentar transtorno da compulsão alimentar, o que pode comprometer o sucesso do tratamento.
Os especialistas defendem uma abordagem que não se limite apenas aos medicamentos. Rosenbaum explica que a obesidade é uma condição crônica e multifatorial, influenciada por fatores psicológicos, biológicos e hormonais. Azevedo complementa que intervenções comportamentais e orientações nutricionais são essenciais para a manutenção da perda de peso, evitando dietas restritivas que podem causar efeitos emocionais negativos.
Por fim, Azevedo enfatiza a necessidade de alinhar expectativas realistas em relação à perda de peso. Ele sugere que metas de redução de 5% a 10% já podem trazer benefícios significativos à saúde e à qualidade de vida. O programa CNN Sinais Vitais abordará esses temas em uma entrevista que será exibida no sábado, 5 de abril, às 19h30.
Entre na conversa da comunidade