O incidente de Roswell, que ocorreu em mil novecentos e quarenta e sete, é um dos eventos mais conhecidos na história da ufologia. Inicialmente, um objeto não identificado foi descrito como um “disco voador”, mas investigações recentes revelaram que os destroços eram, na verdade, de um balão do Projeto Mogul, que tinha como objetivo monitorar atividades nucleares soviéticas. Essa nova informação ajuda a esclarecer as teorias conspiratórias que surgiram ao longo dos anos.
No dia vinte e quatro de junho de mil novecentos e quarenta e sete, o piloto Kenneth Arnold avistou nove objetos voadores em formação no estado de Washington, popularizando o termo “disco voador”. Em sete de julho, o fazendeiro Mac Brazel relatou a queda de um objeto em seu rancho em Roswell e levou destroços ao xerife local. O Exército dos Estados Unidos inicialmente confirmou a recuperação de um “disco voador”, mas logo mudou sua versão, afirmando que se tratava de um balão meteorológico.
Em mil novecentos e setenta e oito, o físico Stanton T. Friedman reabriu a investigação e ouviu Jesse Marcel, o oficial que liderou a apuração na época. Marcel afirmou que a explicação do balão era uma fachada e que os materiais recuperados tinham propriedades incomuns, como a capacidade de retornar à forma original após serem amassados. Isso alimentou a crença de que o objeto era, de fato, uma nave extraterrestre.
Em mil novecentos e noventa e quatro, o governo dos Estados Unidos divulgou um relatório reafirmando que os destroços eram de um balão, mas esclareceu que se tratava de um projeto secreto, o Projeto Mogul. Esse projeto visava detectar testes nucleares soviéticos, o que explica o sigilo e a confusão que cercaram o caso na época. O evento continua a inspirar livros, documentários e teorias sobre a presença de vida extraterrestre.
O incidente de Roswell, ocorrido em mil novecentos e quarenta e sete, é um dos eventos mais emblemáticos da ufologia. Inicialmente, um objeto não identificado foi reportado como um “disco voador”, mas investigações recentes indicam que os destroços eram de um balão do Projeto Mogul, destinado a monitorar atividades nucleares soviéticas. Essa nova informação desmistifica teorias conspiratórias que cercam o caso.
No dia vinte e quatro de junho de mil novecentos e quarenta e sete, o piloto Kenneth Arnold avistou nove objetos voadores em formação no estado de Washington, popularizando o termo “disco voador”. Em sete de julho, o fazendeiro Mac Brazel relatou a queda de um objeto em seu rancho em Roswell, levando destroços ao xerife local. O Exército dos EUA inicialmente confirmou a recuperação de um “disco voador”, mas rapidamente alterou a versão, afirmando que se tratava de um balão meteorológico.
Em mil novecentos e setenta e oito, o físico Stanton T. Friedman reabriu a investigação, ouvindo Jesse Marcel, o oficial que liderou a apuração na época. Marcel alegou que a explicação do balão era uma fachada e que os materiais recuperados tinham propriedades incomuns, como a capacidade de retornar à forma original após serem amassados. Isso alimentou a crença de que o objeto era, de fato, uma nave extraterrestre.
Em mil novecentos e noventa e quatro, o governo dos EUA divulgou um relatório reafirmando que os destroços eram de um balão, mas esclareceu que se tratava de um projeto secreto, o Projeto Mogul. Este projeto visava detectar testes nucleares soviéticos, o que explica o sigilo e a confusão que cercaram o caso na época. O evento continua a inspirar livros, documentários e teorias sobre a presença de vida extraterrestre.
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