Cientistas da Europa estão investigando os benefícios à saúde do pão de fermento natural, um alimento com uma longa história. O interesse por esse tipo de pão aumentou durante a pandemia, resultando em um número maior de padeiros caseiros. O projeto HealthFerm, liderado pelo professor Christophe Courtin, da Universidade de Leuven, na Bélgica, reúne especialistas de vários países para estudar microrganismos e alimentos fermentados.
Até agora, mais de oitocentas amostras de fermentos naturais foram coletadas de padeiros amadores em toda a Europa. Os participantes estão fornecendo dados sobre a acidez de seus fermentos e os métodos de manutenção de suas massas-mãe. O objetivo é desenvolver novos alimentos fermentados à base de plantas que possam beneficiar a saúde humana e o meio ambiente.
Estudos anteriores já mostraram que alimentos fermentados podem melhorar a absorção de vitaminas e minerais, além de potencialmente ajudar na qualidade do sono e na prevenção da depressão. No entanto, ainda faltam dados abrangentes, o que torna essa pesquisa especialmente relevante. O professor Courtin destacou que a produção de ácidos graxos no cólon é benéfica, mas não se sabe se esses ácidos têm o mesmo efeito quando gerados em alimentos.
Além da coleta de amostras, os pesquisadores planejam realizar cinco estudos de intervenção com humanos para avaliar como esses alimentos interagem com o microbioma humano. Os participantes consumirã uma mistura de alimentos fermentados antes de testes de sangue e fezes para observar os efeitos. A equipe está animada com a possibilidade de descobrir novas informações sobre os impactos dos alimentos fermentados na saúde.
Cientistas europeus estão investigando os benefícios à saúde do pão de fermento natural, um alimento com milhares de anos de história. Durante a pandemia, o interesse por esse tipo de pão cresceu, levando a um aumento no número de padeiros caseiros. O projeto HealthFerm, liderado pelo professor Christophe Courtin, da Universidade de Leuven, na Bélgica, reúne especialistas de diversos países para estudar microrganismos e alimentos fermentados.
Até o momento, mais de oitocentas amostras de fermentos naturais foram coletadas de padeiros amadores em toda a Europa. Os participantes estão contribuindo com dados sobre a acidez de seus fermentos e os métodos de manutenção de suas massas-mãe. O objetivo é desenvolver novos alimentos fermentados à base de plantas que possam beneficiar a saúde humana e o meio ambiente.
Estudos anteriores já indicaram que alimentos fermentados podem melhorar a absorção de vitaminas e minerais, além de potencialmente ajudar na qualidade do sono e na prevenção da depressão. No entanto, a pesquisa ainda carece de dados abrangentes, tornando este estudo particularmente relevante. O professor Courtin destacou que a produção de ácidos graxos no cólon é benéfica, mas ainda não se sabe se esses ácidos têm o mesmo efeito quando gerados em alimentos.
Além da coleta de amostras, os pesquisadores planejam realizar cinco estudos de intervenção com humanos para avaliar como esses alimentos interagem com o microbioma humano. Os participantes consumirão uma mistura de alimentos fermentados antes de testes de sangue e fezes para observar os efeitos. A equipe está animada com a possibilidade de descobrir novas informações sobre os impactos dos alimentos fermentados na saúde.
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