Tommy Orange é um autor nativo-americano que se autodenomina “indio”, embora considere o uso do termo por outros ofensivo. Nascido em Oakland, Califórnia, ele é cheyene e arapajó de Oklahoma. Sua obra “Ni aquí ni allí”, lançada em dois mil e dezoito, retrata a vida de personagens nativos de diferentes gerações e foi amplamente reconhecida, recebendo prêmios como o de melhor nova voz pela crítica literária nos Estados Unidos e sendo finalista do Pulitzer em dois mil e dezenove.
Recentemente, Orange lançou “Estrellas errantes”, que é tanto uma prequela quanto uma sequência de seu livro anterior. A nova obra retoma a história dos irmãos Red Feather e suas avós, Opal e Jacquie, e aborda temas contemporâneos como a crise dos opioides e a identidade nativa. O autor entrelaça eventos históricos, como a masacre de Sand Creek em mil oitocentos e sessenta e quatro, com questões atuais que afetam a comunidade nativa, incluindo tiroteios em massa e abandono escolar.
Embora Orange negue ser um ativista, suas obras refletem a luta pela preservação da cultura nativa em um contexto contemporâneo. Ele destaca a dificuldade de transmitir tradições em meio à cultura dominante dos Estados Unidos e à influência da internet. O autor acredita que, apesar dos desafios, há um renascimento da cultura nativo-americana, evidenciado por novas vozes na literatura e nas artes.
Em suas reflexões, Orange critica a categorização imposta pelo governo dos Estados Unidos, que ignora a diversidade entre as 574 nações reconhecidas. Ele observa que a luta pela identidade e pelo reconhecimento cultural continua, especialmente em um cenário político que, segundo ele, ainda perpetua a opressão. Atualmente, Orange está trabalhando em um novo livro que explorará diferentes temas, sem se restringir à saga dos Red Feather.
Tommy Orange, autor nativo-americano, utiliza a palavra “indio” para se autodenominar, mas considera que seu uso por outros pode ser ofensivo e redutivo. Nascido em Oakland, California, ele é cheyene e arapajó de Oklahoma. Sua obra “Ni aquí ni allí” (2018) retrata a vida de personagens nativos de diferentes gerações e foi aclamada, recebendo prêmios como o de melhor nova voz pela crítica literária nos Estados Unidos e sendo finalista do Pulitzer em 2019.
Recentemente, Orange lançou “Estrellas errantes”, que é tanto uma prequela quanto uma sequência de sua obra anterior. O livro, que aborda temas contemporâneos como a crise dos opioides e a identidade nativa, retoma a história dos irmãos Red Feather e suas avós, Opal e Jacquie. A narrativa entrelaça eventos históricos, como a masacre de Sand Creek em 1864, com questões atuais que afetam a comunidade nativa, como tiroteios em massa e abandono escolar.
Orange nega ser um ativista, mas suas obras refletem a luta pela preservação da cultura nativa em um contexto contemporâneo. Ele destaca a dificuldade de transmitir tradições em meio à cultura dominante dos Estados Unidos e à influência da internet. O autor acredita que, apesar dos desafios, há um renascimento da cultura nativo-americana, evidenciado por novas vozes na literatura e nas artes.
Em suas reflexões, Orange critica a categorização imposta pelo governo dos Estados Unidos, que ignora a diversidade entre as 574 nações reconhecidas. Ele observa que a luta pela identidade e pelo reconhecimento cultural continua, especialmente em um cenário político que, segundo ele, ainda perpetua a opressão. O autor está atualmente trabalhando em um novo livro que explorará diferentes temas, sem se restringir à saga dos Red Feather.
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