Valentijn Hoogenkamp, um escritor não binário da Holanda, lançou seu livro “Antiboy”, que narra sua experiência com a identidade de gênero e os desafios enfrentados após a morte de sua mãe em 2018, devido a um câncer relacionado ao gene BRCA1. Para reduzir o risco de desenvolver a doença, Hoogenkamp optou por uma mastectomia bilateral em 2021. Recentemente, ele apresentou a obra em eventos em Barcelona e Madrid, após sua tradução para o espanhol pela editora Bunker Books.
O livro reflete a confusão e a insegurança que Hoogenkamp sentiu ao lidar com sua identidade de gênero. Durante o processo de tradução, ele teve que escolher entre pronomes masculino e feminino, optando pelo masculino, o que destaca a complexidade de sua vivência. O autor também enfrentou resistência de profissionais de saúde, que insistiram na necessidade de implantes mamários após a mastectomia, desrespeitando suas escolhas pessoais.
A transição de gênero de Hoogenkamp impactou seus relacionamentos, incluindo o término com um ex-parceiro que não conseguiu aceitar sua nova identidade. O apoio de sua editora, Suzanne Holtzer, foi fundamental durante sua recuperação e na elaboração de “Antiboy”. O livro combina elementos poéticos e reflexões sobre gênero, buscando promover uma maior compreensão sobre as complexidades da identidade de gênero e a necessidade de empatia na sociedade.
Além de sua carreira literária, Hoogenkamp é apaixonado por aprender novos idiomas e espera que sua obra alcance leitores em diferentes culturas. Ele já publicou outras obras e recebeu prêmios literários na Holanda, destacando seu desejo de expandir seu trabalho para o público internacional.
Valentijn Hoogenkamp, um escritor não binário da Holanda, lançou seu livro “Antiboy”, que narra sua jornada de gênero e as dificuldades enfrentadas após a morte de sua mãe em 2018, devido a um câncer relacionado ao gene BRCA1. Em busca de reduzir seu risco de desenvolver a doença, Hoogenkamp optou por uma mastectomia bilateral em 2021. O autor, que se destacou como o único europeu em um grupo de 29 pessoas durante uma expedição ao Himalaya, compartilhou sua experiência em eventos de lançamento em Barcelona e Madrid.
O livro, que foi traduzido para o espanhol pela Bunker Books, reflete a confusão e a insegurança que Hoogenkamp sentiu ao lidar com sua identidade de gênero. Durante o processo de tradução, ele teve que escolher entre os pronomes masculino e feminino, optando pelo masculino, uma decisão que destaca a complexidade de sua experiência. Ele mencionou que, em neerlandês, a gramática permite uma expressão mais livre de sua confusão de gênero.
Hoogenkamp também abordou a resistência que enfrentou de profissionais de saúde, que insistiram na necessidade de implantes mamários após a mastectomia. Ele expressou o desejo de que os médicos respeitassem sua identidade e suas escolhas, sem impor padrões estéticos. O autor compartilhou que sua transição de gênero afetou relacionamentos, incluindo o término com um ex-parceiro que não conseguiu aceitar sua nova identidade.
O apoio de sua editora, Suzanne Holtzer, foi crucial durante sua recuperação e na elaboração de “Antiboy”. O livro, que combina elementos poéticos e reflexões sobre gênero, busca promover uma maior compreensão sobre as complexidades da identidade de gênero e a necessidade de empatia na sociedade. Hoogenkamp, que também é apaixonado por aprender novos idiomas, espera que sua obra alcance leitores em diferentes culturas e contextos.
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