Uma pesquisa da consultoria Michael Page mostra que os trabalhadores brasileiros são os que menos sentem benefícios do home office em relação à saúde mental e produtividade na América Latina. O estudo, que ouviu cerca de quatro mil pessoas de vários países, revela que apenas 72,1% dos brasileiros acreditam que trabalhar de casa ajuda na saúde mental, ficando atrás de países como Panamá, Chile e Colômbia. Em termos de produtividade, 75,2% dos brasileiros acham que o trabalho remoto melhora seu desempenho, um dos menores índices da região, superando apenas chilenos e peruanos. Colômbia, México e Panamá têm as melhores percepções sobre ganhos de produtividade, com índices entre 79,3% e 83,4%. Stephano Dedini, diretor da Michael Page, destaca que é importante para as empresas encontrar um equilíbrio entre as necessidades do negócio e as expectativas dos funcionários. Ele também menciona que fatores como a cultura da empresa e a rotina de trabalho afetam a produtividade e o bem-estar. Entre os brasileiros que se sentem mais produtivos em casa, 68,5% dizem que a redução de distrações por conversas informais é a principal razão, um padrão que também é observado em outros países da região.
Um levantamento da consultoria Michael Page revela que profissionais brasileiros são os que menos percebem benefícios do home office em termos de saúde mental e produtividade na América Latina. A pesquisa, que envolveu cerca de quatro mil trabalhadores de diversos setores em países como Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, México, Peru e Panamá, destaca que apenas 72,1% dos brasileiros reconhecem vantagens para a saúde mental ao trabalhar remotamente, ficando atrás de países como Panamá, Chile e Colômbia.
Quando se trata de produtividade, o Brasil também apresenta um dos menores índices, com 75,2% dos entrevistados acreditando que o trabalho remoto melhora seu desempenho. Os brasileiros superam apenas os chilenos e peruanos nesse aspecto, enquanto Colômbia, México e Panamá lideram a percepção de ganhos de produtividade no modelo remoto, com índices que variam de 79,3% a 83,4%.
O diretor executivo da Michael Page, Stephano Dedini, enfatiza que é crucial para as empresas encontrar um modelo de trabalho que equilibre as necessidades do negócio e as expectativas dos colaboradores. Ele observa que fatores como cultura organizacional, rotina de trabalho e infraestrutura impactam diretamente a produtividade e o bem-estar dos profissionais.
Entre os brasileiros que se sentem mais produtivos em casa, 68,5% apontam a redução de distrações por interações informais com colegas como o principal motivo. Esse percentual é seguido por Colômbia (67,6%), Peru (63,6%) e outros países da região, evidenciando uma diferença significativa na percepção dos benefícios do home office.
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