A creatina é um suplemento muito usado por pessoas que malham, especialmente aquelas que querem ganhar músculos. Ela ajuda a aumentar a força e a resistência durante os treinos. O corpo já produz creatina, que é feita de três aminoácidos, e também podemos encontrá-la em carnes e peixes.
Além de ser popular entre atletas, a creatina pode ajudar pessoas com problemas de saúde, como sarcopenia, que é a perda de massa muscular, e doenças neuromusculares, como a Esclerose Lateral Amiotrófica e Parkinson. Vegetarianos, que têm menos creatina no corpo, também podem se beneficiar da suplementação.
Para quem tem doença celíaca, que afeta o intestino e pode causar perda de massa muscular, a creatina pode ser útil. Ela pode ajudar a melhorar a fadiga e o desempenho físico, mesmo em pessoas que têm dificuldade em digerir proteínas. Embora existam poucos estudos sobre isso, a suplementação pode ajudar na recuperação muscular, especialmente em casos de desnutrição.
Se alguém não quiser ou não puder usar creatina, existem outras opções, como beta-alanina, que melhora o desempenho, e BCAAs, que ajudam na recuperação muscular. Suplementos de proteína que não contêm glúten, como os de arroz ou ervilha, também são recomendados, mas não funcionam da mesma forma que a creatina.
A creatina é um suplemento amplamente utilizado por praticantes de atividades físicas, especialmente aqueles focados em hipertrofia muscular. Reconhecida por seus efeitos positivos no aumento de força e massa muscular, a substância também melhora a resistência e o desempenho durante os treinos. Naturalmente presente no organismo, a creatina é composta por três aminoácidos: glicina, metionina e arginina, sendo produzida principalmente pelo fígado e encontrada em alimentos como carne vermelha, peixe e frango.
Além de seu uso comum entre atletas, a creatina pode ser benéfica para pessoas com condições de saúde, como sarcopenia e distúrbios neuromusculares. A diretora da Associação Brasileira de Nutrologia, Marcella Garcez, destacou que a creatina ajuda a preservar a massa muscular e a função física em indivíduos com envelhecimento acelerado e doenças como Distrofia de Duchenne, Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA) e Parkinson. Vegetarianos, que possuem menores estoques endógenos de creatina, também podem se beneficiar da suplementação.
A creatina pode ser especialmente útil para pessoas com doença celíaca, uma condição autoimune que afeta o intestino delgado e pode levar à perda de massa muscular devido à má absorção de nutrientes. Garcez explica que a creatina pode melhorar a fadiga muscular e o desempenho físico, mesmo em pacientes com dificuldades na digestão de proteínas. Embora haja poucos estudos diretos sobre celíacos, a suplementação pode auxiliar na recuperação muscular, especialmente em casos de desnutrição proteico-calórica.
Para aqueles que não podem ou não desejam usar creatina, Garcez sugere alternativas como beta-alanina, que melhora o desempenho muscular, e BCAAs (aminoácidos de cadeia ramificada), que ajudam na síntese proteica e previnem o catabolismo. Suplementos proteicos hipoalergênicos, como os de arroz ou ervilha, também são recomendados para compensar a falta de proteínas sem glúten. No entanto, essas opções não oferecem a mesma função energética da creatina.
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