Um ano atrás, o Cais de Mauá, em Porto Alegre, foi atingido por enchentes que causaram 183 mortes e muita destruição. As marcas desse desastre ainda estão visíveis, mas agora o local está se transformando com a realização do South Summit Brazil, um evento que acontece de 9 a 11 de abril e reúne startups que apresentam soluções para ajudar a cidade a se recuperar e evitar novos problemas com enchentes.
As inovações incluem sistemas que monitoram o nível da água e maneiras de gerenciar o lixo. David Santos Viega, do Sebrae-RS, comentou que as startups têm se mostrado boas em encontrar soluções rápidas e práticas. Atualmente, há cerca de 1.800 startups no estado, com 15% focadas em sustentabilidade.
Uma dessas startups, a TideSat Global, usa tecnologia para medir o nível da água e conseguiu sobreviver às enchentes, registrando muitos acessos em seu sistema. Outra empresa, a Trashin, ajuda a gerenciar o lixo e já destinou mais de 40 mil toneladas de resíduos acumulados após a tragédia. A Trashin começou com seis sócios e agora tem 38 funcionários, buscando aumentar seu impacto positivo no meio ambiente.
Há um ano, o Cais de Mauá, em Porto Alegre, foi severamente afetado por enchentes que resultaram em 183 mortes e causaram grande destruição na área. As marcas da tragédia de 2024 ainda são visíveis, mas o local agora se transforma ao receber o South Summit Brazil, um evento que destaca inovações tecnológicas. O evento, que ocorre de 9 a 11 de abril, reúne startups que apresentam soluções para mitigar os impactos de enchentes e auxiliar na recuperação da cidade.
Entre as inovações, estão sistemas de monitoramento do nível da água e iniciativas de gestão de resíduos. O gestor de projetos de inovação do Sebrae-RS, David Santos Viega, destacou que as startups têm se mostrado eficazes em lidar com incertezas, oferecendo soluções práticas e ágeis. Atualmente, o estado conta com cerca de 1.800 startups, das quais 15% são classificadas como greentechs, focadas em sustentabilidade.
A TideSat Global, uma das startups presentes, utiliza tecnologia de refletometria GNSS para monitorar o nível da água, permitindo a instalação de sensores em locais elevados. O CEO da empresa, Douglas Leipelt, afirmou que seu sistema foi o único a sobreviver durante as enchentes, registrando mais de 270 mil acessos em seu dashboard de monitoramento. A tecnologia já é utilizada em várias cidades do Brasil e na Espanha.
Outra startup, a Trashin, especializada em gestão de resíduos, também teve um papel importante na recuperação de Porto Alegre. O CEO, Sérgio Finger, relatou que a empresa ajudou a destinar mais de 40 mil toneladas de resíduos acumulados após a tragédia. A Trashin, que começou com seis sócios, agora conta com 38 funcionários e busca ampliar seu impacto ambiental positivo por meio da tecnologia.
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