A União Europeia não vai mudar suas regras sobre tecnologia para fazer um acordo comercial com Donald Trump. Henna Virkkunen, vice-presidente da Comissão Europeia, afirmou que o bloco está comprometido em manter um ambiente digital justo e seguro. Ela respondeu a críticas de que as normas da UE estariam dificultando as relações comerciais, como as feitas por Peter Navarro, conselheiro de Trump, que disse que a UE está em uma “guerra jurídica” contra grandes empresas de tecnologia dos EUA. Mark Zuckerberg, CEO da Meta, também criticou as regras, chamando-as de “censura institucionalizada”. Virkkunen explicou que as normas se aplicam a todas as empresas, independentemente de onde elas vêm, e que as maiores empresas têm mais obrigações porque representam riscos maiores. A Comissão Europeia mantém sua posição firme, mesmo com pressões externas para relaxar as regras.
A União Europeia (UE) reafirmou que não alterará suas normas tecnológicas para facilitar um acordo comercial com o ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. A declaração foi feita por Henna Virkkunen, vice-presidente da Comissão Europeia para Soberania Tecnológica, que enfatizou o compromisso do bloco em manter um ambiente digital justo e seguro.
Virkkunen respondeu a críticas de que as regras da UE estariam dificultando as relações comerciais. O conselheiro comercial de Trump, Peter Navarro, acusou a UE de travar uma “guerra jurídica” contra as grandes empresas de tecnologia americanas. O CEO da Meta, Mark Zuckerberg, também criticou as normas europeias, chamando-as de “censura institucionalizada”.
A vice-presidente destacou que as regras se aplicam a todas as empresas, independentemente de sua origem. “Quando você é um ator maior, há mais obrigações, porque você representa um risco maior”, afirmou Virkkunen, referindo-se às grandes empresas de tecnologia que enfrentam mais regulamentações.
A posição da UE é clara: as normas são baseadas em riscos e visam garantir a segurança e a justiça no ambiente digital. A Comissão Europeia continua firme em sua abordagem, mesmo diante das pressões externas para flexibilizar suas regras em nome de acordos comerciais.
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