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Porco geneticamente modificado: mulher do Alabama vive 130 dias com rim transplantado

Após 130 dias com um rim de porco geneticamente modificado, Towana Looney sofreu rejeição aguda e voltou à diálise. Especialistas destacam aprendizados valiosos para o futuro do xenotransplante.

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Cirurgiões do NYU Langone Health removeram um rim de porco geneticamente modificado de Towana Looney, uma mulher de 53 anos do Alabama, após ela sofrer rejeição aguda do órgão. Ela viveu com o rim por 130 dias, o que é mais tempo do que qualquer outra pessoa com um órgão animal modificado. O cirurgião Robert Montgomery, que fez o transplante, afirmou que isso não é um retrocesso para o xenotransplante, que busca substituir órgãos humanos falhos. Ele também mencionou que Looney tinha outras condições de saúde que poderiam ter afetado o resultado. A equipe médica decidiu não fazer um tratamento adicional que poderia ter salvado o rim, priorizando a segurança da paciente. Looney, que voltou para casa após o tratamento, disse que estava grata pela experiência e que, apesar do resultado, aprendeu muito com os 130 dias com o rim de porco, o que pode ajudar outros pacientes com doenças renais. Após a rejeição, a função renal dela piorou, e a causa está sendo investigada. A rejeição aconteceu depois que ela teve a dose de medicamentos imunossupressores reduzida para tratar uma infecção não relacionada.

Cirurgiões do NYU Langone Health removeram um rim de porco geneticamente modificado de Towana Looney, uma mulher de 53 anos do Alabama, após sofrer rejeição aguda do órgão. O procedimento ocorreu após 130 dias, o que representa o maior tempo que um paciente sobreviveu com um órgão animal modificado.

O cirurgião Robert Montgomery, responsável pelo transplante, destacou que o caso não é um retrocesso para o xenotransplante, que busca substituir órgãos humanos falhos. Ele mencionou que Looney tinha outras condições médicas que poderiam ter influenciado o resultado. A equipe médica decidiu não prosseguir com um tratamento adicional que poderia ter salvado o rim, priorizando a segurança da paciente.

Looney, que retornou ao Alabama após o tratamento em Nova York, expressou gratidão pela experiência. Em um comunicado, afirmou que, apesar do resultado indesejado, muito foi aprendido com os 130 dias que passou com o rim de porco, o que pode beneficiar outros pacientes com doenças renais.

Após a rejeição, a função renal de Looney deteriorou-se, e a causa está sendo investigada. A equipe médica observou que a rejeição ocorreu após uma redução nos medicamentos imunossupressores que ela utilizava para tratar uma infecção não relacionada.

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