Centros de informações turísticas estão diminuindo na Europa, enquanto na Ásia, especialmente no Japão e na Coreia do Sul, estão crescendo. Em Paris, o último centro foi fechado em janeiro, e na Escócia, todos devem encerrar até 2025, devido ao uso de redes sociais e smartphones. Na Coreia do Sul, o número de centros aumentou de 300 em 2015 para 638 em 2024, com funcionários que ajudam turistas em áreas movimentadas. Xiang Li, especialista em turismo, afirma que turistas asiáticos preferem interações pessoais por causa de barreiras linguísticas. No Japão, foram abertos 250 novos centros entre 2018 e 2024, oferecendo selos únicos que atraem visitantes a coletá-los como souvenirs. Essa prática, chamada “stamp rallying”, é popular entre os viajantes, que compartilham suas experiências nas redes sociais. Além de informações, os centros no Japão oferecem experiências culturais, como aulas de escrita em japonês e vestuário tradicional, tornando-se atrações em si. Patrick Pakanan, um empreendedor, destaca a importância de interagir com os locais para entender melhor a cultura.
Centros de informações turísticas estão em declínio na Europa, enquanto na Ásia, especialmente no Japão e na Coreia do Sul, estão em expansão. A mudança se deve à busca por interações personalizadas e experiências únicas, como a coleta de selos. Em Paris, o último centro de informações foi fechado em janeiro, e na Escócia, todos os centros devem encerrar até o final de 2025. As autoridades citam o uso de redes sociais e smartphones como razões para essa transição.
Na Coreia do Sul, o número de centros de informações turísticas aumentou de trezentos em 2015 para seiscentos e trinta e oito em 2024. Funcionários conhecidos como “Moving Tourist Info Centers” ajudam turistas em áreas movimentadas, falando idiomas como chinês, japonês e inglês. Xiang Li, diretor da Escola de Gestão de Hotelaria e Turismo da Universidade Chinesa de Hong Kong, destaca que turistas asiáticos valorizam interações pessoais devido a barreiras linguísticas.
No Japão, foram abertos duzentos e cinquenta novos centros entre 2018 e 2024, visando atender um número crescente de turistas. Os centros oferecem selos únicos, conhecidos como “eki sutanpu”, que atraem visitantes a coletá-los como souvenirs. Essa prática, chamada de “stamp rallying”, se tornou popular entre viajantes, que compartilham suas experiências nas redes sociais.
Além de informações, os centros no Japão proporcionam experiências culturais, como aulas de escrita em japonês e vestuário tradicional. Patrick Pakanan, empreendedor tailandês, enfatiza a importância de interagir com os locais para entender melhor a cultura. Para muitos turistas, esses centros se tornaram atrações em si, oferecendo um espaço para aprender e se conectar com a comunidade.
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