Marina Silva, ministra do Meio Ambiente, passou mal na tarde de terça-feira, 15, após uma queda de pressão arterial e foi levada ao Hospital Brasília. A situação dela está controlada e não foi necessária internação, mas ela está fazendo exames para entender melhor o que aconteceu. Marina enfrenta pressão por causa da exploração de petróleo na Margem Equatorial, especialmente no Acre. Embora não tenha se posicionado contra a medida, o Ibama, que faz parte de sua pasta, não deu as licenças que a Petrobras pediu. Antes de passar mal, ela participou de um simpósio em Brasília, onde falou sobre a COP30 e a importância de planejar uma transição justa para o fim dos combustíveis fósseis. A ministra dos Povos Indígenas e o presidente da COP30 também estavam no evento. A saúde de Marina será monitorada enquanto aguarda os resultados dos exames.
A ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva, passou mal na tarde de terça-feira, 15, devido a uma queda de pressão arterial. Ela foi atendida no Hospital Brasília, onde a situação foi considerada controlada e não houve necessidade de internação. Exames estão sendo realizados para um diagnóstico mais preciso.
Marina Silva estava sob pressão em relação à exploração de petróleo na Margem Equatorial, especialmente no Acre. Embora não tenha se manifestado diretamente contra a medida, o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) não concedeu as licenças solicitadas pela Petrobras.
Mais cedo, a ministra participou do simpósio Conectando Clima e Natureza, em Brasília, onde abordou a COP30. Ela enfatizou a necessidade de um planejamento para uma transição justa em relação ao fim dos combustíveis fósseis, afirmando que “se não, a gente vai ser mudado. E já estamos sendo mudados”.
A ministra dos Povos Indígenas, Sonia Guajajara, e o presidente da COP30, André Corrêa do Lago, também estiveram presentes no evento. A situação de saúde de Marina Silva será monitorada enquanto aguarda os resultados dos exames realizados.
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