A SteinCares, uma empresa de medicamentos de alta complexidade, chegou ao Brasil há menos de dois anos e quer competir com grandes nomes como Roche e Novartis. A companhia tem 14 produtos licenciados e espera faturar 130 milhões de dólares até 2028, mas ainda precisa do registro da Anvisa, que pode demorar até dois anos. Os produtos incluem tratamentos para doenças raras, como câncer e doenças autoimunes, e a empresa acredita que a entrada de biossimilares pode reduzir os custos em até 40%. Fundada na Costa Rica há 45 anos, a SteinCares já está em mais de 30 países da América Latina e adquiriu a Inova Farmacêutica no Brasil para facilitar sua operação. Recentemente, recebeu um investimento do IFC, que ajudará na expansão na América Latina, com planos de entrar no mercado mexicano em 2025 e na Argentina em 2026.
A SteinCares, multinacional de medicamentos de alta complexidade, chegou ao Brasil há menos de dois anos, visando competir com empresas como Roche e Novartis. A companhia possui 14 produtos licenciados e espera faturar US$ 130 milhões até 2028, mas aguarda o registro da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), que pode levar até dois anos.
Os produtos da SteinCares incluem tratamentos para doenças raras, como câncer e doenças autoimunes. Segundo Julio Avella, gerente-geral da empresa no Brasil, a entrada de biossimilares no mercado pode gerar uma economia média de 40% para pagadores, como o governo e instituições privadas. O portfólio da empresa também abrange genéricos de alta complexidade e hemoderivados.
A SteinCares, fundada há 45 anos na Costa Rica, já está presente em mais de 30 países da América Latina e Caribe. A empresa adquiriu a Inova Farmacêutica em agosto do ano passado, o que lhe permitiu operar no Brasil com um laboratório de qualidade para importação e distribuição de medicamentos.
Recentemente, a companhia recebeu um investimento do International Finance Corporation (IFC), braço do Banco Mundial, para expandir sua atuação na América Latina. A SteinCares planeja entrar no mercado mexicano ainda em 2025 e na Argentina em 2026, consolidando sua presença na região.
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