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Ignácio de Loyola Brandão revela suas 17 leituras imperdíveis e suas influências literárias

Ignácio de Loyola Brandão revela 17 livros que moldaram sua trajetória literária em novo episódio do Coleção de Livros. Descubra suas influências.

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No programa “Coleção de Livros”, Ignácio de Loyola Brandão, um famoso escritor brasileiro, compartilhou 17 livros que marcaram sua vida. Durante uma conversa de três horas, ele explicou como cada obra o influenciou. Brandão lembrou que, aos dez anos, um livro dado por sua madrinha despertou sua imaginação, fazendo-o pensar sobre novas possibilidades. Ele também falou sobre a importância de autores como Lídia Jorge e Scott Fitzgerald em sua formação literária. Brandão destacou a habilidade de criar personagens e a concisão na escrita, citando um conselho de Ricardo Ramos sobre o uso das palavras. Ele elogiou William Faulkner por abordar temas como racismo e conflitos familiares. A lista de Brandão inclui escritores de várias nacionalidades, como Milan Kundera e Isaac Asimov. Ele mencionou ter lido “O Pequeno Príncipe” dez vezes e se impressionado com a biografia de Van Gogh. Brandão terminou sua fala mencionando uma biografia de Agatha Christie, expressando sua alegria ao encontrar bons livros.

Escritor Ignácio de Loyola Brandão revela 17 livros que o marcaram

O renomado escritor brasileiro Ignácio de Loyola Brandão apresentou uma seleção de 17 obras literárias que o influenciaram profundamente, em episódio de estreia da segunda temporada do programa “Coleção de Livros”. A revelação ocorreu após três horas de conversa, com o autor detalhando os motivos de cada escolha.

Brandão recordou o impacto da leitura na infância, mencionando um livro presenteado pela madrinha aos dez anos. A obra despertou sua imaginação e o fez refletir sobre as possibilidades do mundo, conforme relatou. “Como é que você podia correr atrás de um coelho, o coelho ir no buraco e descobrir outro mundo?”, questionou o escritor.

O autor também destacou a importância de autores portugueses e americanos em sua formação literária. Citou Lídia Jorge, elogiando seu último livro como “delicioso”, e Scott Fitzgerald, ressaltando a vida atribulada do escritor e a influência de seu romance.

Brandão enfatizou a concisão e a criação de personagens como qualidades essenciais na literatura. Lembrou de um conselho do colega Ricardo Ramos, que repetiu a máxima do pai: “a palavra não foi feita para enfeitar, foi feita para dizer”.

O escritor exaltou a obra de William Faulkner, Prêmio Nobel, e a capacidade do autor de retratar os problemas do sul dos Estados Unidos. Faulkner, segundo Brandão, abordou questões como racismo, conflitos familiares e a maldade humana em sua escrita.

A lista de Brandão inclui autores de diferentes nacionalidades e estilos, como Milan Kundera, Isaac Asimov e Lima Barreto. O escritor revelou ter lido “O Pequeno Príncipe” dez vezes e se impressionado com a biografia de Van Gogh, um artista que considerou “fodido, perdido, desgraçado”.

Brandão encerrou a revelação com entusiasmo ao mencionar uma biografia de Agatha Christie, aclamada como uma das maiores escritoras policiais do mundo. “Quando eu acho um livro bom, eu fico feliz, feliz, feliz”, concluiu o escritor.

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