Em Santibáñez de Béjar, Manuel Jaén é o último romanero da Espanha e mantém a tradição de fazer e restaurar balanças romanas, um ofício que passou por cinco gerações em sua família. Ele usa técnicas modernas e produz balanças de diferentes materiais, que vão de dois a 450 quilos, personalizando-as com elementos culturais locais. Manuel começou a trabalhar com 14 anos e, após estudar eletrônica e engenharia, voltou para sua cidade natal para modernizar o negócio, aumentando as vendas rapidamente. Hoje, ele exporta suas balanças para países como Filipinas e Cuba e restaura modelos antigos, incluindo alguns de 1624. Ele ensina suas filhas sobre o trabalho artesanal, acreditando que elas podem continuar o legado da família.
Em Santibáñez de Béjar, o último romanero da Espanha, Manuel Jaén, continua a tradição familiar de fabricação e restauração de balanças romanas. Com cinco gerações de experiência, ele combina técnicas modernas com o ofício artesanal, garantindo a sobrevivência dessa prática.
Dentro de sua oficina, onde o tempo parece parado, Manuel produz balanças de diversos materiais, como aço e cobre, que variam de dois a 450 quilos. Ele personaliza suas criações de acordo com a região, incorporando elementos culturais locais. A balança, segundo ele, é a “máquina mais simples que o homem já fabricou”, destacando sua precisão e eficiência.
Manuel, que começou sua carreira aos 14 anos, estudou eletrônica e engenharia, retornando à sua cidade natal após a aposentadoria de seu tio. Ele aplicou seus conhecimentos para modernizar o negócio, triplicando as vendas em menos de um ano. “Meu sucesso como romanero é devido ao que meu pai me ensinou,” afirma.
Exportação e Restauração
Atualmente, Manuel não apenas fabrica, mas também exporta suas balanças para países como Filipinas e Cuba. Ele tem um interesse especial em restaurar balanças antigas, incluindo algumas de 1624. O trabalho artesanal, segundo ele, é uma atividade familiar, e suas filhas, embora pequenas, já demonstram interesse em aprender.
Manuel destaca a importância de manter viva a tradição, afirmando que, embora ele seja o último romanero, suas filhas podem ser as primeiras a continuar o legado. “O trabalho artesanal é trabalho familiar,” conclui, reafirmando seu compromisso com a preservação dessa arte.
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