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Revistas importadas marcam época de nostalgia e cultura em almoços com amigos

Revistas impressas, como Vogue e National Geographic, moldaram memórias e experiências de compra, refletindo a nostalgia das bancas de revistas.

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O autor recorda com nostalgia as bancas de revistas e a importância das publicações impressas em sua vida, mencionando revistas famosas como Vogue, National Geographic e Vanity Fair. Ele relembra momentos especiais, como a compra de revistas estrangeiras na banca da General Osório, onde gastava parte do seu dinheiro em publicações que considerava essenciais. Apesar de caras, essas revistas eram vistas como um investimento em cultura. O autor destaca edições marcantes, como a National Geographic com capa holográfica e a Vanity Fair com fotos de Annie Leibovitz, além de mencionar a The New Yorker, que ele considerava leitura obrigatória para jornalistas. Recentemente, a fotografia da série The White Lotus o fez lembrar das revistas de turismo, que sempre foram suas favoritas, trazendo uma sensação de escapismo e contribuindo para suas memórias de viagens. Ele compara as bancas de revistas a uma internet ao vivo, oferecendo uma variedade de informações em diferentes idiomas. Embora não conseguisse ler todas as revistas que comprava, ele valoriza a experiência de adquiri-las e folheá-las, refletindo sobre como essas publicações moldaram sua visão de mundo e sua apreciação pela cultura visual em um tempo dominado pelo digital.

O autor relembra a importância das bancas de revistas em sua vida, destacando publicações icônicas como Vogue, National Geographic e Vanity Fair. Ele recorda momentos nostálgicos, como as compras de revistas estrangeiras na banca da General Osório, onde gastava parte do orçamento em publicações que considerava essenciais.

As revistas, embora caras, eram vistas como investimentos em cultura. O autor menciona edições marcantes, como a National Geographic com capa holográfica e a Vanity Fair com fotos de Annie Leibovitz. Ele também cita a The New Yorker, conhecida por suas capas impactantes e textos bem elaborados, que considerava leitura obrigatória para jornalistas.

Recentemente, a fotografia da série The White Lotus o fez relembrar as revistas de turismo, que sempre foram suas favoritas. Ele destaca que essas publicações traziam uma sensação de escapismo e sonho, contribuindo para suas memórias de viagens e aventuras. As bancas de revistas eram comparadas a uma internet ao vivo, oferecendo uma variedade de informações em diferentes idiomas.

O autor admite que, apesar de não conseguir ler todas as revistas que comprava, a experiência de adquiri-las e folheá-las era valiosa. Ele reflete sobre como essas publicações moldaram sua visão de mundo e sua apreciação pela cultura visual, destacando a relevância das revistas impressas em um tempo em que o digital predomina.

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