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Bolsonaro permanece internado na UTI sem previsão de alta e com tratamento intensivo

Bolsonaro permanece internado na UTI, sem previsão de alta, enquanto o CRM-DF investiga visitas recebidas na unidade.

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Jair Bolsonaro está internado na UTI do hospital DF Star desde 11 de abril, após passar mal e ser operado para tratar uma suboclusão intestinal. Seu estado de saúde é estável, mas ele não tem previsão de alta porque ainda não apresenta movimentos intestinais espontâneos, o que impede a alimentação normal. Ele recebe nutrição por via intravenosa e não tem febre ou problemas de pressão arterial. Bolsonaro também faz fisioterapia para recuperar a massa muscular. As visitas estão restritas e o Conselho Regional de Medicina do DF abriu uma sindicância para investigar as visitas que ele tem recebido, pois muitas pessoas podem aumentar o risco de infecções. Além disso, ele foi notificado na UTI sobre uma ação penal no Supremo Tribunal Federal relacionada a uma tentativa de golpe de Estado em 2022.

O ex-presidente Jair Bolsonaro segue internado na UTI do hospital DF Star, em Brasília, desde o dia 11 de abril. Ele passou por cirurgia em 13 de abril para tratar uma suboclusão intestinal. Atualmente, Bolsonaro apresenta estado de saúde estável, mas não há previsão de alta médica.

De acordo com o boletim médico divulgado neste sábado, o ex-presidente não apresenta movimentos intestinais espontâneos, o que impede a alimentação por via oral ou sonda gástrica. Ele está recebendo suporte nutricional por via parenteral (endovenosa) e não apresenta febre ou alterações na pressão arterial. O tratamento inclui controle das alterações nos exames laboratoriais do fígado, que está em recuperação.

Bolsonaro também informou em suas redes sociais que continua a fisioterapia motora para recuperar a massa muscular perdida durante o período de repouso pós-cirúrgico. A restrição para visitas permanece, e ele não tem previsão para deixar a UTI.

O Conselho Regional de Medicina do Distrito Federal (CRM-DF) abriu uma sindicância para investigar as visitas que Bolsonaro tem recebido na UTI. O conselho destacou que o aumento no número de pessoas nesses ambientes pode comprometer a evolução clínica dos pacientes e elevar o risco de infecções hospitalares.

Na última sexta-feira, o Conselho Federal de Medicina também reiterou que o acesso às UTIs deve seguir critérios rigorosos, incluindo para jornalistas e agentes públicos. A sindicância foi motivada após Bolsonaro ser intimado por uma oficial de Justiça na UTI, notificando-o sobre a abertura de uma ação penal no Supremo Tribunal Federal relacionada à tentativa de golpe de Estado em 2022.

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