As bonecas reborn, que parecem recém-nascidos, estão se tornando populares no Brasil, especialmente após o padre Fábio de Melo adotar uma boneca com síndrome de Down. Esse mercado está crescendo e atraindo tanto adultos quanto crianças. Lojas especializadas oferecem experiências como simulações de parto e personalização das bonecas, com preços que podem chegar a 12 mil reais. A loja Minha Infância, em Belo Horizonte, fatura entre 30 mil e 35 mil reais por mês, vendendo bonecas que custam de 600 a 4,5 mil reais. Em Campinas, a loja Alana Babys oferece um “parto empelicado” das bonecas, o que gerou polêmica, mas a proprietária defende que é um “ritual lúdico”. A personalização é um grande atrativo, com opções de cabelo e pele variadas. A artista Cláudia Caroliny, que faz bonecas negras, busca diversificar um mercado que ainda tem muitos modelos brancos. Os preços variam bastante, com modelos simples a partir de 2 mil reais e os mais sofisticados chegando a 12 mil reais. Colecionadores, como Cléber Alves, enfrentam críticas, mas ele acredita que a arte reborn é voltada para adultos e oferece carinho e cuidado.
O fenômeno das bonecas reborn, que imitam recém-nascidos, tem ganhado destaque no Brasil, especialmente após o padre Fábio de Melo “adotar” uma boneca com síndrome de Down. Esse mercado, que atrai tanto colecionadores adultos quanto crianças, está em expansão.
Lojas temáticas oferecem experiências imersivas, como simulações de parto e personalização das bonecas, com preços que podem chegar a R$ 12 mil. A loja Minha Infância, em Belo Horizonte, fatura entre R$ 30 mil e R$ 35 mil mensais, vendendo bonecas que variam de R$ 600 a R$ 4,5 mil, dependendo do material. A proprietária, Karen Falcão, destaca que a demanda aumentou com a descoberta do público infantil.
Em Campinas, a loja Alana Babys leva a experiência a outro nível, com funcionárias vestidas como médicas simulando o “parto empelicado” das bonecas. Essa encenação, que inclui uma cápsula com água imitando a placenta, gerou polêmica nas redes sociais, mas a proprietária, Alana Nascimento, defende que é um “ritual lúdico” que agrada os clientes.
Personalização é um dos principais atrativos das bonecas reborn. Elas são feitas artesanalmente, com opções de cabelo e pele variadas. A artista Cláudia Caroliny, que se especializou em bonecas negras, busca diversificar um mercado que ainda é dominado por modelos brancos. Os preços das bonecas podem variar bastante, com modelos simples a partir de R$ 2 mil e versões mais sofisticadas chegando a R$ 12 mil.
Os colecionadores também enfrentam críticas. Cléber Alves, conhecido como Papai Reborn, relata que muitos veem a paixão por essas bonecas como estranha, mas ele defende que a arte reborn é voltada para adultos, proporcionando carinho e cuidado.
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