Uma jiboia de 1,5 metros foi vista no Centro de Niterói, perto da estação das barcas, em um gramado ao lado do bicicletário. A cobra parecia descansar e algumas pessoas acharam que ela tinha acabado de se alimentar. O local onde a jiboia foi avistada é onde antes ficava a estátua do líder indígena Arariboia, o que levou internautas a brincarem e chamarem o lugar de “Praça Arajiboia”. Embora tenha havido relatos de que a cobra foi resgatada, o Corpo de Bombeiros afirmou que não foi acionado, assim como a Guarda Municipal de Niterói. Recentemente, jiboias também foram vistas em outras áreas do Rio de Janeiro, como na Praça Santos Dumont e na Rua Figueiredo de Magalhães. Um biólogo explicou que essas cobras saem de suas áreas naturais em busca de comida quando os recursos diminuem. Ele alertou que, embora a jiboia não seja venenosa, pode morder e estrangular, por isso é importante manter distância e chamar os bombeiros ou órgãos de proteção animal se alguém encontrar uma.
Uma jiboia de cerca de 1,5 metro foi avistada no Centro de Niterói, na tarde de segunda-feira (28). O réptil estava no gramado ao lado do bicicletário, próximo à estação das barcas, na Praça Arariboia. Pedestres registraram o momento em vídeos, enquanto a cobra parecia descansar.
A presença da jiboia gerou especulações sobre sua alimentação, com alguns internautas sugerindo que o animal poderia ter acabado de se alimentar. O local, onde antes estava a estátua do líder indígena Arariboia, foi brincando de ser chamado de “Praça Arajiboia”. Apesar de relatos de resgate, o Corpo de Bombeiros afirmou que não foi acionado para a captura do animal. A Coordenadoria de Meio Ambiente da Guarda Municipal de Niterói também não recebeu chamados sobre o incidente.
Contexto das Jiboias Urbanas
A aparição de jiboias em áreas urbanas não é um fenômeno isolado. Na última sexta-feira (25), uma cobra foi resgatada na Praça Santos Dumont, na Gávea, e devolvida à natureza. Em abril, outra jiboia surpreendeu pedestres em Copacabana, após um temporal que alagou a Rua Figueiredo de Magalhães. O biólogo Bruno Meuer explica que as serpentes, especialmente as jiboias, buscam áreas urbanas em busca de roedores quando os recursos alimentares nas matas diminuem.
Meuer ressalta a importância de manter as ruas limpas, evitando restos de alimentos que atraem esses animais. O desmatamento também contribui para o aumento das aparições de jiboias nas cidades, à medida que fragmentos de mata são derrubados. Embora não sejam venenosas, as jiboias podem morder e estrangular, por isso é recomendado que, ao avistar uma, as pessoas mantenham distância e acionem o Corpo de Bombeiros pelo número 193 ou órgãos de proteção animal.
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