JB Perrette, que lidera a divisão de streaming da Warner, anunciou que a política de compartilhamento de senhas do Max vai mudar ainda este ano, começando pelos Estados Unidos. A nova regra permitirá que usuários fora da casa do assinante paguem um adicional de US$ 8 por mês. Perrette explicou que essa mudança será implementada ao longo de 12 a 18 meses e poderá se expandir globalmente até 2026. O Max oferece conteúdos de marcas como HBO e DC, e atualmente, no Brasil, os planos variam de R$ 29,90 a R$ 55,90 por mês.
JB Perrette, chefe da divisão de streaming da Warner, anunciou que a nova política de compartilhamento de senhas do Max será implementada ainda em 2023. A mudança ocorrerá inicialmente nos Estados Unidos, com a possibilidade de cobrar US$ 8 mensais por usuários que não residem na casa do assinante.
Durante a apresentação do relatório fiscal do primeiro trimestre, Perrette destacou que a iniciativa visa aumentar a receita da plataforma. O executivo afirmou que a implementação será gradual, com um período de 12 a 18 meses para atingir mais grupos de assinantes nos EUA e expandir globalmente até o final de 2026. Detalhes adicionais sobre a política de compartilhamento de senhas devem ser divulgados ao longo do segundo semestre.
A Warner já havia considerado mudanças em sua política de senhas, seguindo o exemplo de outras plataformas, como a Netflix, que foi pioneira em medidas contra o compartilhamento de contas. O Max, que oferece conteúdo da HBO, DC Studio e outras marcas, tem se destacado com produções populares, incluindo The Last of Us e House of the Dragon.
Atualmente, o Max está disponível no Brasil com planos a partir de R$ 29,90 mensais, com anúncios, e o plano mais caro custando R$ 55,90. As novas diretrizes de compartilhamento de senhas podem impactar a forma como os usuários acessam o conteúdo da plataforma, refletindo uma tendência crescente no setor de streaming.
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