Chimpanzés selvagens, como os que vivem na Costa do Marfim, usam batidas de tambor em ritmos diferentes para se comunicar, mostrando variações culturais entre as populações. Os chimpanzés ocidentais batem em ritmos regulares, enquanto os orientais alternam entre pausas longas e curtas. Pesquisadores acreditam que esses padrões podem estar ligados à dinâmica social dos grupos. Em outra área, um novo chatbot médico da Google, chamado AMIE, consegue diagnosticar doenças a partir de fotos e tem mostrado resultados mais precisos do que médicos humanos em testes. No entanto, ainda é um projeto experimental e há incertezas sobre sua eficácia. Por fim, a Agência de Proteção Ambiental dos EUA (EPA) está enfrentando cortes severos, levando à desativação de sua principal divisão de pesquisa, que é responsável por avaliar a segurança ambiental, como a qualidade da água. Essa situação é parte de um movimento maior que busca enfraquecer várias agências federais.
Chimpanzés e Comunicação Rítmica
Chimpanzés selvagens, como os da Costa do Marfim, utilizam padrões rítmicos de tambor para se comunicar a longas distâncias. Estudos recentes revelam que esses ritmos variam entre populações, refletindo diferenças culturais. Os chimpanzés ocidentais (Pan troglodytes verus) batem em intervalos regulares, enquanto os orientais (Pan troglodytes schweinfurthii) alternam entre pausas longas e curtas. Pesquisadores sugerem que essas variações podem estar ligadas às dinâmicas sociais dos grupos.
Avanços na Medicina com IA
A Google lançou um novo chatbot médico, chamado Articulate Medical Intelligence Explorer (AMIE), que utiliza fotos de smartphones para diagnosticar condições médicas. Em testes, AMIE apresentou diagnósticos mais precisos que médicos humanos, especialmente em imagens como eletrocardiogramas. Apesar de ainda ser experimental, a epidemiologista Eleni Linos afirma que a ferramenta se aproxima da forma como um clínico pensa. Contudo, o especialista em saúde digital Dan Zeltzer destaca incertezas sobre sua aplicabilidade prática.
Desativação da EPA
A Agência de Proteção Ambiental dos Estados Unidos (EPA) enfrenta uma desativação de sua principal divisão científica, o Escritório de Pesquisa e Desenvolvimento (ORD). Fontes internas afirmam que cortes orçamentários comprometeram suas atividades, essenciais para a pesquisa em segurança ambiental. Jennifer Orme-Zavaleta, ex-principal vice-administradora do ORD, afirma que a agência está sendo “basicamente fechada”. A situação na EPA é um exemplo de uma abordagem que, segundo especialistas, visa paralisar o funcionamento de várias agências federais.
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