A United Airlines anunciou que seus novos aviões Boeing 787-9 terão um interior chamado “Elevated”, que será lançado em voos internacionais no próximo ano. Esse novo design inclui suítes de luxo na classe executiva, chamadas United Polaris Studio, que são 25% maiores que as opções atuais e têm portas para maior privacidade. As poltronas padrão da classe executiva também receberão melhorias, como telas maiores e portas deslizantes. Além disso, haverá um bar de lanches a bordo. A companhia investiu em melhorias em toda a cabine, incluindo opções de refeições e entretenimento. As primeiras operações com o novo interior estão previstas para 2026, com voos de San Francisco para Singapura e Londres. A United Airlines também enfrenta desafios em seu hub de Newark devido a problemas de controle de tráfego aéreo.
A United Airlines anunciou um novo interior “Elevated” para suas aeronaves Boeing 787-9, que será implementado em voos internacionais a partir de 2026. O design inclui suítes de luxo na classe executiva, chamadas United Polaris Studio, que oferecem maior privacidade e conforto.
As novas suítes são 25% maiores que as atuais, com portas deslizantes, telas de 27 polegadas e opções exclusivas de refeições, incluindo serviço de caviar. Além disso, os passageiros da classe executiva terão acesso a um bar de lanches a bordo, proporcionando uma experiência mais premium.
O interior atualizado também traz melhorias para outras classes. Os assentos da United Premium Plus agora contam com divisórias de privacidade e carregamento sem fio. Já os assentos da classe econômica terão as maiores telas de classe econômica do mundo, segundo a companhia. A United Airlines investiu R$ 150 milhões em melhorias de alimentos e bebidas, incluindo novas opções de refeições durante o voo.
A companhia espera receber seu primeiro Boeing 787-9 com o novo interior até o final deste ano. As primeiras rotas com o novo design incluirão voos de San Francisco para Singapura e Londres. Apesar das inovações, a United Airlines enfrenta desafios operacionais em seu hub de Newark devido a problemas com equipamentos de controle de tráfego aéreo e falta de pessoal da FAA (Administração Federal de Aviação).
Em um comunicado, a empresa garantiu que a segurança dos voos não será comprometida e elogiou o plano do Departamento de Transporte para atualizar os sistemas de controle de tráfego aéreo.
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