Bono, vocalista do U2, lançou o documentário “Bono: Histórias de Surrender” no Festival de Cannes, onde também discutiu suas causas humanitárias. O filme, que estreia na Apple TV+ em 30 de maio, explora sua vida, carreira e reflexões sobre fé e música.
Durante o festival, Bono criticou os cortes de financiamento a programas de saúde na África, mencionando o impacto negativo da decisão de Elon Musk e do Departamento de Eficiência Governamental, criado por Donald Trump. Ele afirmou que “um africano branco e rico” é responsável pela falta de medicamentos para os africanos pobres, comparando a situação a um retorno ao apartheid.
O cantor também expressou suas esperanças para a nova liderança da Igreja Católica, mencionando o papa Leão 14. Bono destacou a importância da Igreja em tempos de incerteza, afirmando que “nunca precisamos tanto da Igreja como agora”. Ele recordou seu encontro com o papa Francisco, que faleceu recentemente, e ressaltou a necessidade de a Igreja enfrentar seus desafios.
O documentário combina elementos de filme-concerto e stand-up, narrando a trajetória de Bono enquanto ele se apresenta em Nova York. O vocalista compartilha suas experiências pessoais, incluindo a morte de sua mãe e sua relação com o pai, além de refletir sobre a importância da música em sua vida.
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